Blogagem Coletiva: Top coisas favoritas das Festas Juninas

OLÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ gente bonita de alma e coração! Tudo certinho?

Prometi e não cumpri que faria postagens incríveis e poéticas nas minhas férias (que por sinal já acabaram) e acabei dormindo, vivendo e deixando esse blog meio de lado, né? Eu sei, jovens, me perdoem, my bad. Mas acho que ninguém sentiu tanto a minha falta assim, vai. Afinal, não tinha nada de muito interessante pra contar nesse tempo livre e a vida vai bem, brigadão aí pela consideração! (y) Se você quiser conversar sobre algum drama existencial pessoal,  é só mandar um e-mail pro Consultório Sentimental que a gente se acerta, capicce? E quem sabe sua história não me inspira pra um post? Simbora!

De qualquer maneira, não é sobre nada disso que eu vim falar por aqui. Chegou o meu mês preferido, a época mais sensacional do ano onde tudo é bandeirinha, quentão e curau: meu ano novo, o mês de junho! Fora meu aniversário (e de geminianos incríveis que eu amo de paixão), junho é  o começo do inverno, mês que lembra minhas quase férias escolares de quando eu era uma jovem e inocente, #vaitercopa e, SIM MEUS AMIGOS, é tempo da melhor comemoração nacional de todas: a Festa Junina! Não há NADA que me agrade mais na cultura desse país que um pula fogueira iá iá. E eu falo muito sério.

Festa Junina sempre foi sinônimo de comida boa e muita diversão. Época de colocar vestidinho xadrez, ou bota de cowboy por cima da calça (porque um dia isso já foi super cafona),  relembrar a quadrilha do ano anterior, fazer pintinha na cara e abusar do rouge e da maria chiquinha sem dó nem piedade. Sempre gostei de ver gente, de fazer bagunça, sempre gostei de organizar festas e mais festas pra arrecadar dinheiro (porque todos os sonhos são possíveis quando somos novinhos, bem estilo Malhação), e ver todo mundo feliz, realizado e completamente satisfeito com bolo de cenoura com cobertura de chocolate feito pela avó.  E até hoje, mesmo que eu e as festas juninas não sejamos mais os mesmos e que o caldo verde tenha mais creme artificial de batata que linguiça, ainda cultivo essa memória boa, essa vontade de comer paçoca, pé de moleque, mini hot dog, milho verde e tudo o mais que um final de semana de frio, fogueira e música com sanfona permitir. Aliás, já sabem que onde tem música podreira tem uma Ericka contente, não é? Pois então, esse não seria o momento de fugir à regra.

Fora tudo de mais sensacional que pude narrar até aqui – e os espetinhos imperdíveis de morango com chocolate que dominam nossos corações – ano retrasado descobri mais um motivo, específico e interiorano, para amar festa junina: o bolinho caipira. Se você, cidadão paulistano criado em cativeiro, não faz a menor ideia do que eu estou falando e desconhece essa iguaria, pergunta  a receita pro Google, separa os ingredientes em casa, e se joga no bolinho de carne mais crocante da temporada.

Já aviso que o bafo de fritura queima a boca, tá? Mas vale cada mordidinha.

Muitos outros posts do Rotaroots virão por aqui. Esse mês é mesmo maravilhoso, for real. Inclusive nas ideias malucas para blogueiras que andam meio sem ideia como eu.

Um beijo, um cheiro e muita fogueira pra gente nesse junho que ainda tem muito a oferecer (se descolar uma festa sinistra junina me chama!)

Ericka.

 

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6 Comments

  1. Eu tbm só conheci o bolinho caipira no ano passado, e o que é aquilooo???? Esse ano já quero comer uns 10, só pra começar! huahahu
    Festa junina tbm está no topo das minhas tradições preferidas. Como não amar? Paçoca domina meu coração <3

    Beijooo

    http://subexplicado.blogspot.com.br

  2. Eu finjo que é epoca junina o ano todo, pq não largo o xadrez hahahaha

    O que eu gosto dessa época mesmo, é o quentão <3

  3. Oi!

    Adoro Festa Junina! Mas esse ano aqui na minha cidade as pessoas não estão se lembrando muito disso, infelizmente. A Copa roubou os holofotes. hahah

    Beijo

  4. Ai jesus, festa junina/julina é tudo de bom e engorda que só! Caldo verde, canjica…ah jesus!! E o que é(era) a quermesse do Embaré, sds de quando era vazia e mais barata =(

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