quando julgamos bem.

Dificilmente me engano em relação as pessoas e, se o faço, é sempre para melhor. Pessoas de essência ruim não se escondem facilmente nas pequenas atitudes, nas sutilezas do dia-a-dia ou nas falhas de caráter, mas aquelas que não são de todo nocivas, conseguem, via de regra, me levar no paparico.

Ninguém tem a ver com a vida do outro, com o namoro do outro ou como fulano gasta seu tempo livre. Somos todos maiores, vacinados e fazemos cagadas frequentes, pode reparar. É normal, é natural, é super humano. Mas às vezes a coisa se estende à níveis alarmantes: numa sequência de atitudes positivas também habitam más intenções. Aliás, quando alguém tenta muito agradar, tenta muito parecer super confortável com alguma coisa, abra bem os olhos.  Quando estamos distraídos, envolvidos e totalmente imersos em uma determinada situação é que, “BANG!”, vem  a vida e dá aquela senhora rasteira. E pior: sem estarmos devidamente precavidos para levantar.

Não se deixe enganar pelas palavras de amor via Facebook, pela cisma constante em curtir um tempo à sós. Pela mania de se isolar numa bolha e insistir em que o problema não é ela/ele e sim os outros e suas sandices. Quem avisa, amigo é.

E um amor é mais fácil de encontrar por aí que um amigo que vai insistir em te alertar sobre aquilo que você não quer ouvir.

#ficadica.

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