síndrome de Pokemón.

Mulheres que falam como criança. Que gritam quando vêem um determinado personagem de desenho. Que só usam rosa, pijama de bichinho, glitter e Hello Kitty. Mulheres que se ofendem facilmente e que se ouvirem uma palavrão ficam horrorizadas. Mulheres tão meigas, tão agradáveis, tão perfeitinhas que são irritantes. Que choram quando confrontadas, que não toleram “não” como resposta. Tenho visto um aumento muito grande desse tipo feminino que costumo chamar de  “Pokemón” – só que sem evolução.

Fico tentando entender o que leva um ser humano de sexo feminino, com quase 30 anos na cara, agir como se tivesse 5. Seria algum tipo de atraso mental? Seria falta de pai e mãe para orientar que aquelas atitudes não condizem com a idade?

A mulher Pokemón quer chamar a atenção sendo algo que não é, é a vagabunda recalcada, reinventada (com todo o respeito às vagabundas). O lobo em forma de cordeirinho arrependido. Tão imatura, tão infantil, que é impossível acusá-la de matar uma formiga – ai ela vai lá e mata um leão – só que os homens não reparam. Aliás, talvez toda essa encenação seja mesmo culpa deles; que acham linda essa fragilidade forçada. Talvez, não. Só gostaria de deixar aqui registrado o meu apelo pelo fim das mulheres Pokemón – que envergonham a nossa espécie – e reforçam ainda mais o esteriótipo de mulher objeto que tanto queremos nos livrar.

Ursinhos são lindos, eu adoro. Mas morro de alergia.

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4 Comments

  1. O pior de td éq é oq mais tem por aí –‘
    Já ouvi tantas críticas por não ser esse tipo de garota,de pessoas alegando q sendo do jeito q eu sou não vou conquistar garoto nenhum.Se isso fosse verdade,nunca teria namorado,nunca teria ficado com ngm.Mulher assim é tolerável no 1º mês,dps fica insuportável,até pros homens.
    Saudades de vc Ericka!!!
    ;**

  2. Realmente, conheço algumas adultas-infantis-vagabundas… Com todo respeito às vagabundas, que são originais…rsrs

  3. Eu acho que não é falta de pai e mãe, e sim, excesso. Falta de vida, isso sim.
    Tem gente que vive num universo paralelo, tipo aquelas do seriado “mulheres ricas”, acho até que deveria mudar de nome, porque, se eu fosse rica, me sentiria ofendida. São mulheres que imitam drag, que sobem no pedestal do “sou frágil” e se colocam na vitrine. Eu não compro. E duvido da masculinidade do homem que compra. #prontofalei

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