um texto animal.

Já nem sei mais se ainda posso escrever esse post do Rota. Outubro foi um mês de muitas conturbações e, novembro, ao que tudo indica, vai caminhar no mesmo passo: às cavalgadas. Entre o certo e o duvidoso, vim, me concentrei e fiz. E espero que ainda seja útil para quem tem vindo tirar as teias de aranha que venho deixando formar por aqui.

Não consigo confiar nas pessoas que não bebem uma gota sequer de álcool, bem como não consigo confiar naquelas que não gostam  de uma boa comida e, claro, dos animais. É inconcebível, na minha pequena mente humana de amante dos bichos, que exista alguém nesse mundo que não se sinta compelido a acariciar um cachorro simpático na rua. Ou não fique maluco ao ver um filhotinho, de qualquer espécie que seja, no zoológico ou na casa alheia, das lagartixas às araras azuis. Eu fico doida. É tão curioso, pra mim, não gostar de cachorros e gatos quanto não gostar de chocolate. Eu diria que é quase surreal.

Os bichos sempre me geraram um encantamento instantâneo, um desejo incontrolável de servir – ao invés de ser servida – num sentimento completamente anti-natural para nós, humanos, mas altamente recompensador. Engraçado pensar dessa forma. Mais que comida, bebida ou abrigo, os animais só exigem, de fato, carinho. Se assim for, nos retribuem com uma das mais sinceras formas de amor. Não importa quanto dinheiro você tenha no bolso, nem quantas maquiagens estão na sua gaveta. Se você é gorda, magra, japonesa ou russa. Não importa, veja só, se eles estão comendo caviar ou ração das mais simples, desde que você esteja lá. Doando seu tempo e dando o mínimo de conforto necessário para que seu bichinho viva com saúde e conforto.

O comércio de animais, lembro-me bem, era uma LOUCURA nos anos 90. Eram filmes com cachorros falantes, policiais, espiões, desenhos e mais uma série de produtos que faziam toda – e qualquer criança – desejar ardentemente um Dálmata ou uma Lessie, que seja. O tempo foi passando, os interesses infantis, apesar de ainda muito intensos em relação aos bichos de estimação, deram lugar às telinhas, telonas e todo o tipo de dispositivo não humano. Aqueles animais, que antes eram vendidos aos montes e exibidos nas caixas de vidro dos shoppings de todo o mundo, reduziram consideravelmente. Uma pena que ainda não completamente. O que é feito em determinados criadouros com esses bichos por mera função comercial é uma atrocidade, mas vamos deixar, por enquanto, esse aprofundamento pra lá.

Esse texto, cheio de devaneios sobre animais, vida moderna e tecnologia, é, no raso, um incentivo ao amor. À adoção de animais e ao treino diário em sermos mais tolerante com os seres vivos, todos eles. Ter um cachorro, um gato, uma tartaruga, um passarinho um casal de peixinhos dourados ou uma samambaia renda portuguesa é dar uma parte do seu dia – para alguns poucos infelizes, obrigatoriamente – a um ser que depende de você. Um ser que é tão grato por esse gesto que fornece aquilo que falta pra todo mundo e que, às vezes, nem nos damos conta: tempo para contemplar. Acariciar.Cuidar. Respirar.

Tenho, atualmente, 3 vira-latas, mas teria 20. O Homero, o João e a Magali (em ordem de tamanho) já tinham donos dedicados, mas me receberam com muito pêlos e boas lambidas, sem cerimônia, num espaço que não era meu – mas que se tornou fundamental para a minha sanidade mental e sobrevivência, nessa loucura que é São Paulo.

Pensando agora, sobre o tema proposto para esse post, nem sei se fiz o certo do modo que expus as coisas. Mas espero que vocês se sintam estimulados com a minha experiência e não temam em levar para as suas casas um pouquinho dessa alegria animal. É recompensador.

E muito mais simples que se pensa.

*****************

 

NÃO TEM COMO ADOTAR UM BICHINHO? AJUDE! É FÁCIL!

Max – Total Alimentos conta com um programa de responsabilidade social chamado Max em Ação. No hotsite, é possível localizar ONGs cadastradas no projeto e fazer sua doação através do site, com valores a partir de R$6 (equivalente a 1kg). A cada doação feita para a ONG de sua preferência no site da campanha, a Max acrescenta mais 50% em cima. Ou seja: se você doa 10kg, a Max acrescenta mais 5kg e a ONG recebe, somente na sua doação, 15kg de ração.

Nós já temos garantido 1 tonelada de ração, mas que tal nos ajudar a aumentar este montante? Divulgue o link da ABEAC no Max em Ação na sua blogagem coletiva e nas redes sociais, incentive leitores e amigos a doarem ao menos o mínimo. Juntos podemos fazer mais e nosso objetivo é chegar em pelo menos 2 toneladas de ração para a ABEAC e garantir barriguinhas cheias por mais tempo. Vamos juntos nessa? :D

Link da ABEAC no Max em Ação:
http://bit.ly/doaABEAC

 

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos (http://www.maxtotalalimentos.com.br/). Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC , ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

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Meme Rotaroots – 7 músicas para cantar no videokê

Olá, jovens leitores desse meu país! Tudo bem?

Setembro chegou e com ele um temporal de amor em forma de sugestões de postagens lá no meu, no seu, no nosso, ROTAROOTS! \o/

Já falei sobre o Rota por aqui algumas vezes, mas se você entrou de gaiato nesse navio é tá mais perdido que cachorro vira lata, é só clicar aqui (pra entender do que se trata) ou ler até o final desse post porque eu sempre, SEMPRE, coloco resumidamente qual o propósito dessa gente linda e maravilhosa que só encontramos por lá.

O meme escolhido da vez foi: 7 músicas para cantar no videokê. Eu AMO videokê, amo cantar, não sei cantar, mas quando estou lá, na frente do público, canto muito, cês tem que ver.

Mas se você, diferente de mim, é um cara tímido e recatado, listarei, então, as 7 melhores músicas para se cantar quando ninguém está vendo (no chuveiro, no carro, ou mentalmente na fila do banco) e se libertar das amarras dessa sociedade tão cheia de mi mi mi.

Segue (com vídeos):

1 – Total Eclipse of the heart

https://www.youtube.com/watch?v=lcOxhH8N3Bo

Quem nunca cantou “TUUUURNNNN AROUNNNDDD… EVERY-NIGHT-ANDTHEN-IFDHHSVHVNCJBBJBSJSKDFJB-FALT APART…” – GRITANDO – não sabe o que é se jogar na vida. Tente. É purificante. É recompensador.

2 – Bambolê – É o Tchan

Essa música é um teste de fôlego e dicção. Sugiro que seja sempre cantada em dueto pra na hora que faltar o ar do Seu coleguinha você tenha condições de continuar, firme e forte. O show não pode parar.

3 – A Lenda – Sandy e Junior

TODAS do Sandy e Junior são PRIMORDIAIS –  em qualquer videokê de péssima qualidade que se preze. Na vida real, obviamente, não dá pra ser diferente. O refrão dessa música é poderoso, é impactante, é força, energia, é pura explosão de sentimento. Dispa-se de preconceitos e libere a Sandy que está aí, dentro de você, agoniada pra se expor.

4 – Conquista – Claudinho e Buchecha

Uma baladinha dançante que permite coreografias esdrúxulas e não deixa ninguém – muito menos quem está cantando – parado. É a alma da festa, o curry de qualquer evento. Todos aguardam o momento em que alguém perde completamente o bom senso e começa a cantar podreira. Porque, né? Até aqui, só música de qualidade. HE HE.

5 – “Fazer amor de madrugada… Em cima da cama, embaixo da escada” (Pintura Íntima) – Kid Abelha

Um clássico dos anos 80-90, um hit que já está enraizado em nossos corações tal como a piada do pavê. Todo mundo conhece, todo mundo já teve que encarar uns 5 minutos de puro constrangimento frente a frente de algum membro da família – geralmente bem desafinado – cantando essa música ao vivão, pra ninguém botar defeito.  MUST HAVE.

6 – I Will Always Love You – Whitey Houston

Essa é pra quem tem bala na agulha, pra que aguenta o tranco. Essa é pra profissionais, sem medo de soltar o gogó ou fazer feio, bem feio, na hora do refrão. Essa música me lembra infância, me lembra minha vizinha Thais e nossas tardes de sábado e domingo sem absolutamente nada pra fazer. Apenas campeões se arriscam a cantar em qualquer espaço que seja essa belíssima canção, e digo desde já: é libertadora. É maravilhosa. É puro amor.

7 –  Uma Brasileira – Os Paralamas do Sucesso

https://www.youtube.com/watch?v=rZVycHLAu-c

Taí uma música que a gente conhece, cansou de ouvir, mas ~PUFT~, ela SOME. E volta em forma de canção chiclete nas nossas mentes quando estamos no trabalho, massacrando em nossos corações quando a gente menos espera. Lembrou dela agora? Canta no próximo videokê pra ela desgrudar, menina! JURO que funciona! =D

Beijos e até a próxima,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

 

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Blogagem coletiva: O que eu mais gosto de escrever no blog?

Pensei umas 56 vezes se escreveria ou não esse post, mas queria muito participar de mais essa blogagem coletiva – que mal comecei a ler nos blogs alheios, mas já curto pacas – e nesse intervalo antes do Blogday, acabei colocando a cacholinha pra funfar e registrar algumas poucas palavras por aqui.

O tema brotou lá no Rotaroots como uma sugestão da Babee, e, verdade seja dita, meu blog não tem exatamente uma super gama de temas explorados, né? Falo basicamente sobre gente, sentimentos, causos e desabafos – principalmente os de amor – e então ficou meio difícil citar sobre o que mais gosto de escrever por aqui, porque, sejamos honestos: escrevo APENAS sobre o que gosto por aqui. RISOS.

ENFIM, gosto muito de moda, beleza, gastronomia e decoração – que é basicamente o que eu busco na internet pra passar o meu tempo livre com mais qualidade, mas não acho que tenha assim, PROPRIEDADE pra falar sobre isso aqui no Hiper, sabe? Nunca consegui escrever sobre esses temas dentro do blog. Veja, tenho um projeto de começar a gravar vídeos que nunca sai do papel por motivos de ter voz de travesti e falar com a boca torta e digo mais: sei que também não sou ninguém na buatchê pra falar sobre relacionamentos e dramas existenciais, mas ok. Quando criamos um blog pessoal temos justamente essa ausência de julgamento, essa coisa de poder falar sobre o que quiser, e, consequentemente, atrair quem quiser ler as papagaiadas que ponho aqui também, assim, simplão, sem neurose.

Se você está doando nesse momento alguns minutinhos do seu tempo vindo até aqui hoje, ou se já é leitor assíduo e me acompanha por todos esses anos de Hipervitaminose e você tcherêrê tchê tchê tchê, que delícia! Sinal que dá pra continuar sonhando, desabafando, dá pra continuar fazendo algumas poucas e pequenas coisas por prazer. E só.

Tente você também! (e coloca o link do seu blog aqui nos comentários pra eu ler, tá?)

Um beijo e um queijo,

Ericka.

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Blogagem coletiva: O que eu salvaria se minha casa estivesse pegando fogo?

E COMO VOCÊS ESTÃO? Firmes e fortes que nem prego na areia? Mais tensos que gelatina no deserto? (RISOS)

Já estavam com saudades das blogagens coletivas do Rota? Eu também! <3

Fiquei em falta no mês passado, por motivos de não faço ideia, e acabei descumprindo a minha promessa de escrever junto com as pessoas mais cheirosas e extravagantemente lindas desse país. BUÁ.

Mas, ok, bola pra frente pra não ser atropelada pela multidão, e vamo que vamo lerê.

Sou uma pessoa bem anormal, todo mundo já sabe, do tipo que sempre se pega pensando no fim do mundo – ou em algum evento caótico do estilo.

Pois é.

Não sei se esse é um pensamento recorrente para outros mortais, mas a verdade é que se tenho a possibilidade de fazer uma lista sobre qualquer coisa, tô dentro! E, assim sendo, inspirado no tumblr “The Burning House”, responderei, nesse belíssimo post, a um dos memes propostos do mês: o que você salvaria se sua casa estivesse pegando fogo?


VAMOS TENTAR SER BREVES:

1 – Os meus 3 cachorros que não são meus

Desde o mês passado (ou retrasado) passei a morar com o meu namorado que tem 3 cãezinhos nada educados nos tamanhos P, M e G – todos vira-latas, coisa ryca. Se a casa estivesse pegando fogo, tentaria descer escadaria abaixo com os 3, mas só de pensar nessa situação percebo que nada mais poderia ser levado junto comigo. Os dogs ficariam TÃO FRENÉTICOS que seria praticamente IMPOSSÍVEL manter a ordem e a sanidade mental numa situação dessas. De verdade.

Se você olhar atentamente, apesar da Magali estar roubando a cena, tem 3 cachorros nessa foto - que adoram Copa. <3

2 – O combo: notebook + celular + Ipad + carregadores

A minha VIDA está nesses dispositivos, só de pensar em perder um desses eletrônicos tenho arrepios.

3 – O MÁXIMO de roupas que eu pudesse carregar

Se tem uma coisa nessa vida que eu tenho apego é por roupa. Eu amo moda A LOT e embora compre tudo do mais simples e barato que há, não vivo sem NADA que tem no meu armário. Se não desse pra salvar tudo, ao menos tentaria minimizar o prejuízo. NÉ?

4 – Minha bolsa com documentos, cartões, etc…

Porque só de pensar em refazer TODOS os registros civis me dá uma fadiga i-men-sa.

5 – Os DVDs Anthology, dos Beatles.

É, já sabem, não gosto de Beatles e já falei por aqui. Mas esse foi o primeiro presente legal que eu dei pro meu namorado que AMA Beatles, então… Tem um p*ta valor emocional, além de não ser muito baratinho não, viu? Rs…

6 – Kit de higiene básico para sobrevivência na selva (ou tudo o que estiver no banheiro e for fácil de pegar)

Desodorante, lenço umedecido, hidratante, creme sem enxague, shampoo, condicionador, escova de dentes, pente… E os demais cosméticos que, de quebra, coubessem num sacolão na hora do desespero.

Acho que é só.

 

A verdade é que na hora do desespero, tenho certeza absoluta que seria vista na rua gritando, de pijama, descabelada e descalça sem absolutamente NENHUM item na mão, mas cercada por cachorros alucinados. Sou desse tipinho.

Certeza.

 

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Blogagem Coletiva: Top coisas favoritas das Festas Juninas

OLÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ gente bonita de alma e coração! Tudo certinho?

Prometi e não cumpri que faria postagens incríveis e poéticas nas minhas férias (que por sinal já acabaram) e acabei dormindo, vivendo e deixando esse blog meio de lado, né? Eu sei, jovens, me perdoem, my bad. Mas acho que ninguém sentiu tanto a minha falta assim, vai. Afinal, não tinha nada de muito interessante pra contar nesse tempo livre e a vida vai bem, brigadão aí pela consideração! (y) Se você quiser conversar sobre algum drama existencial pessoal,  é só mandar um e-mail pro Consultório Sentimental que a gente se acerta, capicce? E quem sabe sua história não me inspira pra um post? Simbora!

De qualquer maneira, não é sobre nada disso que eu vim falar por aqui. Chegou o meu mês preferido, a época mais sensacional do ano onde tudo é bandeirinha, quentão e curau: meu ano novo, o mês de junho! Fora meu aniversário (e de geminianos incríveis que eu amo de paixão), junho é  o começo do inverno, mês que lembra minhas quase férias escolares de quando eu era uma jovem e inocente, #vaitercopa e, SIM MEUS AMIGOS, é tempo da melhor comemoração nacional de todas: a Festa Junina! Não há NADA que me agrade mais na cultura desse país que um pula fogueira iá iá. E eu falo muito sério.

Festa Junina sempre foi sinônimo de comida boa e muita diversão. Época de colocar vestidinho xadrez, ou bota de cowboy por cima da calça (porque um dia isso já foi super cafona),  relembrar a quadrilha do ano anterior, fazer pintinha na cara e abusar do rouge e da maria chiquinha sem dó nem piedade. Sempre gostei de ver gente, de fazer bagunça, sempre gostei de organizar festas e mais festas pra arrecadar dinheiro (porque todos os sonhos são possíveis quando somos novinhos, bem estilo Malhação), e ver todo mundo feliz, realizado e completamente satisfeito com bolo de cenoura com cobertura de chocolate feito pela avó.  E até hoje, mesmo que eu e as festas juninas não sejamos mais os mesmos e que o caldo verde tenha mais creme artificial de batata que linguiça, ainda cultivo essa memória boa, essa vontade de comer paçoca, pé de moleque, mini hot dog, milho verde e tudo o mais que um final de semana de frio, fogueira e música com sanfona permitir. Aliás, já sabem que onde tem música podreira tem uma Ericka contente, não é? Pois então, esse não seria o momento de fugir à regra.

Fora tudo de mais sensacional que pude narrar até aqui – e os espetinhos imperdíveis de morango com chocolate que dominam nossos corações – ano retrasado descobri mais um motivo, específico e interiorano, para amar festa junina: o bolinho caipira. Se você, cidadão paulistano criado em cativeiro, não faz a menor ideia do que eu estou falando e desconhece essa iguaria, pergunta  a receita pro Google, separa os ingredientes em casa, e se joga no bolinho de carne mais crocante da temporada.

Já aviso que o bafo de fritura queima a boca, tá? Mas vale cada mordidinha.

Muitos outros posts do Rotaroots virão por aqui. Esse mês é mesmo maravilhoso, for real. Inclusive nas ideias malucas para blogueiras que andam meio sem ideia como eu.

Um beijo, um cheiro e muita fogueira pra gente nesse junho que ainda tem muito a oferecer (se descolar uma festa sinistra junina me chama!)

Ericka.

 

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Blogagem Coletiva: O que todo mundo AMA e eu ODEIO?

FALA MEU POVO!!! Tudo em riba? (leia com voz de Didi Mocó se não a piada fica ruim…)

Sei que vocês já estavam chorando de saudade das blogagens coletivas, mas seus problemas a-ca-ba-ram! Chegou o mês de maio fervendo de coisa nova, coisa boa, prosperidade, paz, amor, saúde e clima de descontração e paquera para todos nós, amém? AMÉM!

E o tema de UMA DAS blogagens coletivas do mês de maio no Rotaroots (SIM, TEREMOS MAIS, JOVENS!!) é: “o que todo mundo ama e eu odeio”. E vou te dizer que esse tema foi facinho, foi lindo, foi gostoso de ser feito porque, né? Se tem uma coisa que eu não sou é CONVENCIONAL. Acho que já deu pra notar!

Pois bem, se depois de ler esse post você quiser me deletar, me excluir do seu orkut, me bloquear do seu ~MSN~, parar de me seguir no feed, me dar um tapa na cara e dizer que tenho falhas gravíssimas de caráter, OKAY. Já sei de tudo isso! MUÁ! E escrevi por minha conta e risco, all right?

Vamos ao que interessa porque a vida URGE, GO GO:

1 – Beatles

Acho chato pra porra, acho as músicas TODAS iguais, me cansa, me entedia, me irrita, não consigo ouvir. PODEM ME JULGAR – mas prefiro Molejo e isso não é novidade pra ninguém.

2 – Catupiry

Me dá dor de cabeça e a textura me desagrada. Não sei explicar, mas Catupiry, na minha opinião que está errada, eu sei, não combina com NADA. Parem de estragar o frango da pizza colocando isso lá. Por favor.

3 – Esportes ~radicais~


Tenho um medo alucinado dessas paradas. Radical mesmo é tomar 3 engradados de cerveja e pular na piscina (aquecida, please?). Detesto rapel, tirolesa, parede de escalada e arvorismo. Detesto pára quedas, paraglaider (ou sei lá como escreve!), caiaque, boiacross, bungee jump e qualquer coisa que envolva saltos para a morte. Não curto adrenalina, não curto passar um medo da moléstia assim, gratuitamente. Sorry.

4 – Star Wars


Nunca entenderei porque o mundo idolatra essa trilogia (é uma trilogia?) com tanta força, fé e foco, mas JURO que reconheço que ela tem seu valor. Só que, né, gente? Gastar trocentas Dilmas em itens da saga é too much for me. Nerds, me odeiem. Mas não consigo ter essa paixão louca pela saga.

5- Cavaleiros do Zodíaco


URGH. Os caras usam macacão e esse é um direito que só os Power Rangers adquiriram. Apenas parem.

AQUI É SAILOR MOON, MERMÃO!

6 – Água gelada


Dói o dente pra beber, é ruim de entrar mesmo no verão. Se tem uma coisa que me desconcerta é passar frio. A vida já é tão pesada, pessoal, porque a gente precisa se jogar na água gelada? Qual a necessidade de pagar peitinho, ficar lá, toda tensa, tremendo, sofrendo tentando se refrescar? DISPENSO.

7 – John Green (o autor de “A Culpa é das estrelas”)


Tentei ler 3 livros do John Green e odiei. Não mudou minha vida, achei a escrita pobre, não escorreu nem uma lágrima. Me chamem de insensível, me dêem um tapa na cara, mas passo fortemente qualquer outra obra desse sujeito. E tenho dito.  

8 – Batom

Tenho uma boca imensa e fico bizarra de batom, mas até que me esforço para usar. Me coça os lábios. Incomoda. Mancha meu dente. Num curto, não.

9- Ferrero Rocher


O PIOR CHOCOLATE DO MUNDO. É duro, é seco, é crocante demais e quebra meu aparelho. É ruim. Muito, muito ruim.

10 – Alface

Só como alface porque a sociedade impõe e me sinto uma outsider sem pegar pelo menos uma folhinha no quilo nosso de cada dia. Mas olha, tem gosto de nada, textura de coisa alguma e cheiro de sei lá. Se alguém aí AMA ALFACE DE PAIXÃO, pode comer a minha parte. E me dar o bacon.


Acho que já deu de esquisitices, né?? Tá ficando chato! HAUHAUHAUAAUH!!

Obrigada, mais uma vez, por me acompanhar até aqui. Um chêro e até a próxima,

Ericka.

 

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Blogagem Coletiva: Os 10 discos da minha vida

OLAAAARRRR, malemolente leitor! Como anda essa força?

Como já deu pra sentir pelo tom desse post chegamos em ABRIL! U-Hu! E o que isso significa??? BLOGAGEM COLETIVA! \o/ YEÁ YEÁÁÁÁÁ!!!

Permaneço mantendo forte o compromisso de escrever em parceria com toda aquela gente LYNDA do Rotaroots! Se você ainda não sabe do que eu estou falando e chegou agora nesse blog, vai lendo até o final, com força fé e foco que já, já você vai entender qualé que é, certo? #VEM

O tema desse mês é: 10 discos que marcaram a minha vida. Como todos sabem, sou filha dos anos 90. Gugu Liberato moldou me caráter, Netinho de Paula cantava pra eu dormir. A Dança da Garrafa era o ponto alto das festinhas de aniversário e sim, caros amigos, A GARRAFA ERA APENAS UMA GARRAFA. E só. Sem duplos sentidos, sem sacanagem, só eu, as crianças remelentas, as mamães mais empolgadas e as ordinárias requebravam no salão. Percebam, então, que minha vida foi regada a muito batuque e pouca música sacra e creio que isso fez de mim uma pessoa mais tolerante e menos cheia de mi mi mi, falando sério.

Afinal, por mais que digam por aí que a objetificação da mulher foi reforçada com os inúmeros axés e pagodes destinados à traição e à sacanagem em meados de 91, com 8 anos de idade sacanagem mesmo era pedir gole de Yakult e dividir paçoca Amor. Nada mais, nada menos que isso. Não fiquei traumatizada, tive a sorte de não ter absorvido nada disso como abusivo e imoral e, olha, tenho registros magníficos de festas com palhaços que se tornaram um verdadeiro Clube das Mulheres. Vou dar uma busca na minha casa santista e inserir aqui essas imagens maravilhosas pra vocês a posteriori, ok?

Da infância para a adolescência no litoral poucas coisas de qualidade da cultura pop internacional e da música popular brasileira de verdade reinaram firmes no Meu Primeiro Gradiente. Vivi uma época em que ansiedade era esperar pra ver Backstreet Boys e Spice Girls no Top 10 MTV – já nem lembro mais se era esse o nome do programa – e que apesar de tanta tranqueira audiovisual absorvida, foi da Marisa Monte o primeiro CD que eu adquiri e passei a idolatrar daquela época até hoje, uma maravilha hypster descoberta logo cedo.

No meu tempo se gravava fita K7 do rádio, com a seleção musical que mais convinha. Joven Pan era parceira fiel, reinava no meu coração, e apesar de eu tentar esconder minha cultura musical classe E com Charlie Brown Jr, Raimundos, CPM 22 e outras cositas nessa pegada foi o Exaltasamba (e ainda é) a bandinha que faz meu corpo balançar. E Raça Negra, SPC, Pixote, Belo e tudo o mais que envolver o mínimo de dêre dêre e laiá laiê que possa compreender nossa vã filosofia.

No mais, chega de conversinha fiada e histórias emocionantes. Segue minha lista dos álbuns que marcaram a minha vida – e tenho certeza que a sua também –  incluindo, obviamente os ídolos teen Sandy e Junior <3 que continuam vencendo as 4 Estações da minha vida adulta. Segue:

1 – Mais – Marisa Monte
2 – Na Cabeça e na Cintura – É o Tchan
3 – Acústico MTV Lulu Santos – Lulu Santos
4 – As Quatro Estações – Sandy e Junior
5 – Só no Forevis – Raimundos
6 – Bocas Ordinárias – Charlie Brown Jr
7 – Na balada Jovem Pan 5 – (diversos cantores de baladinha do meu tempo!)
8 – Backstreet Boys – Backstreet Boys
9 – Stripped – Christhina Aguilera
10 – Ao Vivo Na Ilha Da Magia – Exaltasamba

BONUS: Oops… I Did It Again – Britney Spears
BONUS 2: Netinho Ao Vivo – Netinho

Um beijo e obrigada por ter chegado tão longe nessa postagem!

Ericka.

 

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machismo homeopático.

As feministas que me desculpem a sinceridade – e compreendam essas palavras meio tortas – mas sinto falta do machismo. Daquele protetor, que nos tratava feito rainhas. Que abria a porta do carro e que cuidava de nós com fragilidade; porque sabia que não conseguiria sobreviver em um mundo onde as mulheres ficassem feridas por qualquer motivo. Quem iria cuidar de tudo, afinal?

Sinto falta daquele machismo que nos impedia de lavar a louça aos domingos, depois de um dia exaustivo onde cuidávamos da comida, da roupa, das compras de mercado, dos filhos, de nós mesmas e da organização da vida de todos para o dia seguinte. Você pode gritar, pode reclamar e me chamar de maluca, mas dos anos 50 pra cá quantas mulheres permanecem cumprindo esses mesmíssimos papéis? 96%. E, vou dizer um negócio, que mal há nisso? Posso queimar sutiã em praça pública, mostrar os peitos, a bunda e gritar contra a objetificação feminina e, ainda assim, depilar minhas pernas. Pintar as unhas. Gostar de sexo. Colorir os cabelos, usar desodorante. Que preguiça eu tenho de quem se obriga a ser uma coisa só.

Tenho saudades daquele machismo que ensinava os filhos a idolatrarem suas mães, a não bater em mulher (nem com uma flor), e a tratar toda e qualquer representante do sexo feminino com respeito, não porque somos fracas, mas porque somos tudo ao mesmo tempo.

Não sei, aliás, quem inventou essa coisa de fraqueza ou força entre os gêneros, que métrica cretina para se avaliar uma pessoa. Até porque, tirar um ser vivo da barriga não é pra qualquer um. E sangrar todo o santo mês independente das nossas escolhas sexuais (e de vida), não me parece coisa de quem não aguenta o tranco. Agora, vai desencravar a unha de um machão de academia, vai. O cara aguenta carregar um carro popular nas costas, mas chora baixinho pra depilar meia perna.

Fraqueza e força, aliás, não dizem nada sobre coisa alguma – e ainda bem. Porque se há uma coisa que nos faz ter vantagem acima dos homens é a nossa sensibilidade em relação a vida – e às suas complicadas ligações e relações que se dão de forma sutil.

Sinto falta daquele machismo que tem inveja das sapatões – porque estas podem ter o melhor de todos os mundos e ainda ser extremamente sensuais fazendo isso – e daquele outro que acredita que os machos precisam ser provedores financeiros ainda que a gente não deixe. Aliás, já disse, vamos parar com isso, mulherada! O cara que nos paga a conta não está fazendo isso porque somos incapazes e inferiores – muito pelo contrário. Ele o faz porque somos incríveis. E nada mais além disso.

Ter ou não dinheiro, gostar de gastar dinheiro, de mostrar dinheiro, ou de qualquer coisa que envolva as capacidades financeiras de alguém – e o poder de controle social que isso gera –  também é uma métrica estúpida demais para avaliar quem somos. Rasa demais pra minha concepção de feminismo.

Num mundo onde se luta por igualdade entre seres tão diferentes eu fico é feliz de ser tratada com gentiliza. Não nos ofendamos com pequenos e poucos gestos de cuidado, com disputinhas por controle e espaço. Uma mulher é estuprada e morta a cada 5 minutos e você ainda continua aí achando que o problema está em pagar a conta do jantar? Por favor. Vamos evoluir.

Já nascemos com a capacidade de ocupar múltiplos – e inúmeros – papéis. Filhas, avós, netas, mães, sobrinhas, amigas, guerreiras, donas de casa, solteiras, divorciadas, histéricas, compreensivas, delicadas, firmes e mais uma porção de adjetivos que podem nos definir, ou nos dividir, com a mesmíssima força. Mas, aparentemente, nada nos une tanto quanto a nossa loucura. Quanto as nossas crises, surtos e inseguranças. Quanto nossas alterações malucas de humor, fome e sono e o quanto isso nada tem a ver com o fato de gostarmos de meninos, meninas, gansos ou de tudo isso junto. É físico.

É natural.

E embora você esteja aí, lamentando ou se felicitando por ter nascido mulher, não pode fugir dessa regra: somos todas desequilibradas. Doidinhas. Surtadas. E incrivelmente sensacionais por isso.

Hoje, no dia internacional da mulher, gostaria de parabenizar os homens que, de tão machistas, ainda conseguem compreender nossas muitas (e complexas variáveis). Há uma esperança, afinal, para a perpetuação da espécie.

A gente também não viveria sem vocês – como pais, avós, filhos, amantes, maridos ou mecânicos.

Porque metade de nós é bem mulherzinha, serei honesta. E no fundo, no fundo, a outra metade, também.

 

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Blogagem Coletiva – Coisas que eu não vivo sem

Seguindo a minha própria regra de vida – de que esse ano ia participar de TODAS as blogagens coletivas do Rotarootsvai aí minha lista de coisas que eu não vivo sem. Já aviso: são itens cretinos, sem nada de mais. Se você, amadíssimo leitor, não tem o menor interesse nessa temática, apenas pule esse post, tá?

Ou venha ser feliz fazendo sua listinha também e linkando aqui nos comentários pra tia ver, falando comigo via Facebook, me dando a mão, me abraçando, viajando comigo pro céu, etecétera e tal!

BEIJOS.

<3

1 – Brincos


Se eu sair de casa sem brinco, mermão, o mundo pára de girar. Parece que eu tô pelada, que algo de muito errado vai acontecer no meu dia, parece assim, que está tudo fora de sincronia. Mesmo. É um TOC.

2 – Creme para as mãos


Trabalho em SP, num calor da preula e fico no ar-condicionado all day long. Sem creme para as mãos não sou ninguém. Fico com aquela sensação constante de ressecamento que num tem fim. Eu sei, é uma mania bizarra, mas gente, tem quem sobreviva sem um creminho? Ah, num deve ter.

3 – Desodorante

Sou alocka do desodorante. Só consigo me sentir protegida se tiver um em cada canto onde quer que eu esteja, todos iguais. Tenho um na gaveta do trabalho, um na bolsa, um no carro (da minha mãe), um na casa do namorado, um na minha casa e sempre – SEMPRE – repasso pós almoço. Queria ter essa mesma cisma com rituais de beleza anti-acne, mas olha…Não.

4- Celular


Eu uso pra ver e-mail, Facebook, Twitter, previsão do tempo, blog, ouvir música, postar no blog, Whatsapp… Não tem jeito, não tem condição viver no século 21 sem celular. E se a internet acaba fo-deu. Quebra a vida. Sou bem viciada nesse item e só tento evitar ficar autista enquanto almoço. E é isso.

5 – Chiclete/café


É um ciclo sem fim. Masco chiclete, tomo café. Tomo café, masco chiclete. O-DI-A-IN-TE-I-RO. Faz um mal do cacete pra gastrite, amarela os dentes, zoa o aparelho, enfim… Poderia fumar, mas masco chiclete. Poderia beber, mas…ENFIM. HE HE HE.

6 – Creme sem enxague


Você, mulher de cabelo indefinido, conhece minha dor. Você sabe como é começar o dia com o cabelo lindo e acabar na piaçava. Você me entende. E, portanto, deposita quilos e quilos de creme se enxague nessas madeixas longas e lindas aí, que eu sei. Num dá pra viver sem, sorry. Não sei como era a vida antes dele, mas depois dele tenho certeza que somos muito mais felizes. Mesmo.

7 – Musicas de má qualidade enquanto eu trabalho


Põe aí um funk neurótico no repeat que eu tô precisando fazer uns 45 relatórios, faz favô!

Aliás, aperta o play: http://grooveshark.com/#!/playlist/Pr+s+Recalcada/66423223

8 – Comida


Alguém aí vive sem comer?

9 – Netflix

Como era mesmo a programação da TV aberta? Não lembro.

10 – Evernote

Minha memória é uma droga, não funciono linearmente e tenho problemas sérios com organização. Portanto, Evernote é meu pastor e nada me faltará. Desde que descobri essa belezinha sou uma pessoa mais feliz e menos desesperada. Todo mundo deveria brincar de fazer checklists, porque olha, ti falar pra você, essa vida adulta tá dificílima. Tá puxada.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

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Blogagem Coletiva – 14 coisas para ser em 2014

Está meio tarde para fazer esse tipo de postagem, eu sei. Mas entrei há algumas semaninhas no Rotaroots, redescobri uma gente muito linda, muito de verdade, que escreve coisas que realmente fazem SENTIDO pra mim e firmei um compromisso (da minha pessoa comigo mesma!!) de que vou participar de TODAS as blogagens coletivas de 2014. Então, jovens, mesmo que janeirinho esteja aí, dando tchau pra molecada, aqui vão as 14 coisas que eu desejo ser neste belíssimo ano, bem pessoais mesmo, porque, afinal, blogs de textos gigantes e reflexivos como o meu são para isso, não é?

POIS AÍ VAI:

1- Ser menos ansiosa

Sou frenética, tô sempre em ritmo de festa, neurótica, maluca, alucinada. Mesmo. E caem meus cabelos, e eu num consigo comer direito, e tomo 7263744647 mil litros de café. Acho que preciso parar. Mesmo.

2 – Ser mais fiel às minhas próprias vontades

É sábado à noite. Todo mundo te chama pra sair. Todo mundo quer que você ponha um vestido lindo, curto e vá pra boatchê. Aí você vai, com preguiça, cansada da semana, de saco cheio, escutar horas de música alta porque a sociedade impõe. Igual comer alface. Ninguém gosta de comer alface, gente. Ninguém. Logo, para 2014 quero seguir mais meus próprios desejos e menos aquilo que os outros esperam de mim. Né? Vai fazer bem.

3 – Ver mais os amigos de verdade

Vivo entre dois mundos, Santos e São Paulo, faz 7 anos. Quando estou na capital, sinto falta do litoral. Quando estou no litoral, sinto falta da capital. E quando consigo decidir se vou pra lá ou se fico por aqui, acabo ficando mais tempo com a minha família, indo no médico, no banco e fazendo coisas burocráticas obrigatórias da vida adulta. Estou em falta com MUITOS amigos, inclusive da blogosfera. E isso precisa mudar. E vai mudar, @lecticia.

4 – Viajar para fora do país

Junto dinheiro sem fim pra viajar e nunca faço isso. Tenho medo de me faltar grana pra comer, pra pagar o aluguel, de eu ter que voltar pra Santos (de novo) e de abandonar todos os meus sonhos aqui na capital. Sempre digo que vou fazer algo por mim, que a gente trabalha pra ter uma recompensa sobre aquilo que faz, mas olha, não consigo. Acho que esse, de todos, é o meu maior fantasma: o medo de não ter ninguém para contar além de mim. Esse ano, PRETENDO MESMO, viajar para fora do país, nem que seja uma semaninha. Tô carecida.

5 – Trabalhar com moderação

Sou viciada em trabalho e amo o que eu faço. Entro cedo, saio tarde e, olha só, adoro. Gosto das pessoas, do local, de ter que ter sempre ideias malucas pra diferentes clientes, de escrever, escrever, escrever. Mas sei que na vida é preciso agir com moderação. Então, esse ano, quero cumprir horários.

6 -Mudar (finalmente) o layout desse blog

É. Tá precisando.

7 – Começar a praticar uma atividade física com força de vontade

Já tô com preguiça dessa meta.

8 – Parar de tomar refrigerante

Todo o ano, desde 1999, digo que vou parar, definitivamente, de beber refrigerante. Não bebo muito, mas gosto muito. Na hora que penso em parar me dá um mini heart attack. Se isso não configura vício, não sei o que mais pode significar.

9 – Falar menos, ouvir mais

Falo muito gente. Jesus. Escuto também, mas acho que devo ser uma ouvinte melhor em 2014 por motivos de: quanto menos eu falar, menos problemas também eu terei. Seja em dar conselhos, seja em acabar deixando escapar alguma opinião polêmica, etc, etc. É melhor pensar antes de falar. É melhor, aliás, PENSAR. E só.

10 – Ouvir mais música de qualidade

Amo música ruim, sou uma trash hunter. Se você me pergunta de Molejo ou de Valeska sou uma enciclopédia, mas num sei nada sobre Beatles. Isso não é socialmente aceitável, sabe? Sofro preconceito. Preciso conhecer também aquilo que há de bom no mundo. Passou da hora.

11 – Viver offline com gente do mundo online

Chega de Whatsapp, vamos tomar um chopp. A vida acontece ao vivo, pessoal, vamos aproveitar mais os meios online pra combinar os rolês offline e conhecer um sem número de gente LIIINDAAAA que essa internet aproximou, vamos?

12 – Ser mais amiga dos meus leitores

Escrevo, escrevo e acho que não sou suficientemente participativa com vocês. Nunca fiz concurso, dei presente, nem sei muito sobre aquilo que vocês (se é que tem alguém aí do outro lado) gostam de ver por aqui. My bad, pessoal, juro que mudarei.

13 – Não acumular roupas limpas fora do varal

Eu odeio roupa suja acumulada, então estou sempre lavando tudo. Daí acabo acumulando a roupa LIMPA em algum canto da casa, geralmente no banquinho do meu quarto. Resultado: todas as minhas blusas tem aparência de que foram tiradas da garrafa e, obviamente, morro de preguiça de passá-las. Isso precisa mudar.

14 – Dormir

De vez em quando é bom.

 

ACHO QUE É SÓ.

 

Esses outros blogs também participaram da blogagem coletiva óh:

Chat Feminino ◦ Elfinha ◦ Pão de Queijo sz ◦ Li Garone ◦ Rebel Alien ◦ El Ropero ◦ Poly Pop ◦ Coração Pirata ◦ Nerdiva ◦ Tirei 20 no Amor ◦ Entorpecendo ◦ Sernaiotto ◦ Juh Claro ◦ Lidiane Dutra ◦ Borboletando ◦ My other bag is Chanel ◦ Devaneios ◦ Meu Palanque ◦ Isis Sousa ◦ Não tem tempo ◦ Kakau com limão ◦ Avec Mes Louboutin ◦ Tudo Combinado ◦ Pequenina Vanilla ◦ Babee ◦ Pode chamar de Duds ◦ Douceur de Mon Monde

 

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