Thursday December 11, 2014 10:34

nos intervalos.

Houve um tempo em que eu queria fazer tudo. Estar em duas cidades ao mesmo tempo e praticar quantas atividades físicas/sociais minha falta de sono contemplasse. Me agoniava faltar em algum aniversário, não estar em um almoço de família ou não conseguir ver um filme, ler um livro, ou alguma coisa que me agregasse valor intelectual ou emocional. Havia, nessa época, uma urgência, um desespero por desfrutar cada coisa até secar; sem perceber que as coisas, para serem bem saboreadas, precisavam também de um tempero. De um respiro.

Me dei conta, em termos jornalistico-publicitários, que vivia o briefing dos meus momentos, nunca a obra completa, visto que era impossível abraçar o mundo. Impossível perceber as sutilezas, os sorrisos, as fofocas e as nuances de cada momento. Perdia a noiva bêbada no final do casamento. Não dançava a quadrilha bagunçada, cheia de gritos, onde ninguém é de ninguém. Estava, mas não era.

E hoje, olha só que coisa doida é a vida, só consigo estar em locais que realmente me importam e tolerar situações que muito me acrescentam – porque aos poucos se percebe também que cada prazer tem seus amargores.

Viver nos intervalos, penso hoje, talvez seja mais importante que estar na ópera. É no backstage que estamos vulneráveis, sem máscaras ou fantasias, que nos despimos dos nossos personagens e temos aqueles cinco minutos de contemplação no qual pensamos: cara, que bom é estar aqui. Que deliciosa são essas pessoas, essa comida, quão feliz me faz essa música. E por aí vai.

Aprecie o tempo entre um relacionamento e outro, entre um prato e outro, entre uma viagem e outra. Não é só nos momentos principais que se vive. Aliás, talvez vivamos mais como coadjuvantes que como personagens principais.

Friday November 28, 2014 10:08

confesso que me excedi.

Confesso que nesse final de semana eu caguei. Errei rude. Pisei na jaca. Perdi a linha.

Me excedi nas palavras, nos gritos, falei o que nem queria dizer. De vez em quando dou dessas mesmo, pago de louca. Viro 100% emocional e atropelo quem estiver na minha frente como um caminhão. Não sei muito bem porque isso acontece, mas desconfio que tenha uma relação direta com aquele sem número de coisas que engolimos para evitar conflito. E com a TPM, lógico.  Tem a ver com aquelas coisinhas pequenas, irrelevantes, 100% superáveis, que, num minuto de surto psicótico, parecem um problemão.

Eu odeio brigar. Odeio discutir. Odeio sentar, ter aquela conversa desconfortável sobre os meus, os seus erros, os erros da humanidade, os caminhos do nosso relacionamento, etc, etc. Acho um saco, um porre, coisa de gente que perde mais tempo falando que amando, mas óh, faz parte. Conversar é preciso, dormir brigado é uma porcaria.

Só tem um problema nisso tudo: sou catastrófica. Acho que o amor vai acabar, que meu relacionamento está fadado ao fracasso, que eu fiz uma merda, assim, irreversível. Me sinto péssima, me culpo, faço aquela auto-análise e me dou conta que sou maluca mesmo, inadequada para a sociedade, para o convívio entre os demais seres vivos, olha, fico na madruga bo-la-do-na, é complicado.

Aí, nessas horas em que a gente precisa de uns tapas na cara pra recolocar a vida nos eixos, apelo para as amizades femininas. Aquelas que não falham nunca. Que vão ouvir sem julgamentos você dizer que exagerou e que, quando caiu novamente em si, já estava pulando na jugular alheia com as pupilas pra fora, salivando que nem cachorro raivoso. É.

Essas pessoas vão te entender porque já fizeram igual. Uma, duas, 150 vezes. E você se sentirá acolhida por esse grupo de psicopatas, sentirá que amar também é um pouco ter medo. Se sentir insegura. Se questionar. E que no dia que você tiver todas as certezas sobre si e sobre o outro talvez essas certezas sejam ruins. Sejam algo que você não queira encarar. Ainda bem, graças a ALÁ, que não tenho certeza de nada.

Esse texto, portanto, é pra agradecer. E pra dizer que se você também deu uma pirada na batata nesses últimos meses, fica bem, fica em paz, força na peruca que vai dar tudo certo. E a vida vai se encarregar de mostrar que uma sacudida (de vez em quando, ok) vem para colocar algumas coisas no lugar que lhes é devido.

Wednesday November 26, 2014 10:13

Ousadia.*

E daí se você conheceu o sujeito ontem no bar? E se você ligar? E se você não ligar? Será mesmo que vale a pena se envolver? Por que não valeria, aliás?

É bom viver com urgência. Se jogando nos projetos malucos, dando uma chance para o que não se pode, afinal, controlar. Não dá pra saber o que se passa na cabeça do outro, portanto, não há caminho certo. Não existe plano perfeito, estratégia que seja 100% eficaz. É simples.

Sempre existirão, pelo menos, duas opções – e mais outras tantas entre o sim e o não. Por que, então, insistir em controlar os efeitos daquilo que fazemos? Veja bem, não estou defendendo a impulsividade e a inconsequência, mas por que não dizer um “eu topo”? Porque não assumir? Porque não correr atrás? Por que essa blindagem toda, esse medo de perder, de colocar os pés pelas mãos?
Não temos como saber, afinal, se o nosso errado daria certo.

Se o nosso certo acaba meio errado no final. Não dá.

Aquele sujeito que deixamos de encontrar, o amigo que não demos uma chance, a palavra que não foi dita – nada, nada disso – volta. E se queremos tanto que algumas coisas, pessoas, momentos e afins se eternizem, ou, pelo menos, fiquem só mais 5 minutinhos, por que não tentar? Por que não saborear as coisas e seus efeitos, digeri-las, superá-las e correr o risco de sermos mais felizes que infelizes? Não entendo, aliás, porque sempre nos protegemos de uma possível infelicidade. Podemos ser, também, muito contentes em nossas escolhas, sabia?

Mesmo que elas sejam malucas, ousadas, fora do padrão, exóticas (mas muito melhores que aquilo que tentamos planejar e controlar).
Não temos controle. Nenhum ou muito, muito pouco.

E se é assim, que, pelo menos, a gente peque por tentar.

 

*Texto originalmente publicado e produzido por mim para o Lumagga.

Tuesday November 11, 2014 23:19

um texto animal.

Já nem sei mais se ainda posso escrever esse post do Rota. Outubro foi um mês de muitas conturbações e, novembro, ao que tudo indica, vai caminhar no mesmo passo: às cavalgadas. Entre o certo e o duvidoso, vim, me concentrei e fiz. E espero que ainda seja útil para quem tem vindo tirar as teias de aranha que venho deixando formar por aqui.

Não consigo confiar nas pessoas que não bebem uma gota sequer de álcool, bem como não consigo confiar naquelas que não gostam  de uma boa comida e, claro, dos animais. É inconcebível, na minha pequena mente humana de amante dos bichos, que exista alguém nesse mundo que não se sinta compelido a acariciar um cachorro simpático na rua. Ou não fique maluco ao ver um filhotinho, de qualquer espécie que seja, no zoológico ou na casa alheia, das lagartixas às araras azuis. Eu fico doida. É tão curioso, pra mim, não gostar de cachorros e gatos quanto não gostar de chocolate. Eu diria que é quase surreal.

Os bichos sempre me geraram um encantamento instantâneo, um desejo incontrolável de servir – ao invés de ser servida – num sentimento completamente anti-natural para nós, humanos, mas altamente recompensador. Engraçado pensar dessa forma. Mais que comida, bebida ou abrigo, os animais só exigem, de fato, carinho. Se assim for, nos retribuem com uma das mais sinceras formas de amor. Não importa quanto dinheiro você tenha no bolso, nem quantas maquiagens estão na sua gaveta. Se você é gorda, magra, japonesa ou russa. Não importa, veja só, se eles estão comendo caviar ou ração das mais simples, desde que você esteja lá. Doando seu tempo e dando o mínimo de conforto necessário para que seu bichinho viva com saúde e conforto.

O comércio de animais, lembro-me bem, era uma LOUCURA nos anos 90. Eram filmes com cachorros falantes, policiais, espiões, desenhos e mais uma série de produtos que faziam toda – e qualquer criança – desejar ardentemente um Dálmata ou uma Lessie, que seja. O tempo foi passando, os interesses infantis, apesar de ainda muito intensos em relação aos bichos de estimação, deram lugar às telinhas, telonas e todo o tipo de dispositivo não humano. Aqueles animais, que antes eram vendidos aos montes e exibidos nas caixas de vidro dos shoppings de todo o mundo, reduziram consideravelmente. Uma pena que ainda não completamente. O que é feito em determinados criadouros com esses bichos por mera função comercial é uma atrocidade, mas vamos deixar, por enquanto, esse aprofundamento pra lá.

Esse texto, cheio de devaneios sobre animais, vida moderna e tecnologia, é, no raso, um incentivo ao amor. À adoção de animais e ao treino diário em sermos mais tolerante com os seres vivos, todos eles. Ter um cachorro, um gato, uma tartaruga, um passarinho um casal de peixinhos dourados ou uma samambaia renda portuguesa é dar uma parte do seu dia – para alguns poucos infelizes, obrigatoriamente – a um ser que depende de você. Um ser que é tão grato por esse gesto que fornece aquilo que falta pra todo mundo e que, às vezes, nem nos damos conta: tempo para contemplar. Acariciar.Cuidar. Respirar.

Tenho, atualmente, 3 vira-latas, mas teria 20. O Homero, o João e a Magali (em ordem de tamanho) já tinham donos dedicados, mas me receberam com muito pêlos e boas lambidas, sem cerimônia, num espaço que não era meu - mas que se tornou fundamental para a minha sanidade mental e sobrevivência, nessa loucura que é São Paulo.

Pensando agora, sobre o tema proposto para esse post, nem sei se fiz o certo do modo que expus as coisas. Mas espero que vocês se sintam estimulados com a minha experiência e não temam em levar para as suas casas um pouquinho dessa alegria animal. É recompensador.

E muito mais simples que se pensa.

*****************

 

NÃO TEM COMO ADOTAR UM BICHINHO? AJUDE! É FÁCIL!

Max – Total Alimentos conta com um programa de responsabilidade social chamado Max em Ação. No hotsite, é possível localizar ONGs cadastradas no projeto e fazer sua doação através do site, com valores a partir de R$6 (equivalente a 1kg). A cada doação feita para a ONG de sua preferência no site da campanha, a Max acrescenta mais 50% em cima. Ou seja: se você doa 10kg, a Max acrescenta mais 5kg e a ONG recebe, somente na sua doação, 15kg de ração.

Nós já temos garantido 1 tonelada de ração, mas que tal nos ajudar a aumentar este montante? Divulgue o link da ABEAC no Max em Ação na sua blogagem coletiva e nas redes sociais, incentive leitores e amigos a doarem ao menos o mínimo. Juntos podemos fazer mais e nosso objetivo é chegar em pelo menos 2 toneladas de ração para a ABEAC e garantir barriguinhas cheias por mais tempo. Vamos juntos nessa? :D

Link da ABEAC no Max em Ação:
http://bit.ly/doaABEAC

 

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos (http://www.maxtotalalimentos.com.br/). Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC , ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

Friday November 7, 2014 11:02

TAG: Conhecendo melhor a blogueira

Confesso que ando tendo uma preguiça INFINITA de postar coisas por aqui - visto que estou em um período de mudanças muito intensas na minha vida. Não sei bem o que acontece, mas quando a cabeça está cheia – de trabalho, de correria, de coisas empolgantemente empolgantes –  a inspiração vai embora e não consigo, sequer, refletir sobre tudo que eu gostaria e que costumo opinar por aqui. Tô devendo uns 8 posts pro pessoal mais lindo da internet  (o Rotaroots), e até arrisquei alguns rascunhos, mas olha… Não tá fluindo! Mal tenho conseguido dormir, se vocês bem querem saber.

Só que aí, na minha ronda diária matinal de blogs, vi esse post da Ju Rabelo me convocando para escrever sobre mim. Visto que sou completamente aparecida e amo posts pessoais, topei na hora o ~desafio~ e cá estão as minhas 11 respostas sobre mim. E mais 11 fatos que precisam ser incluídos nesse post.

11 fatos sobre mim

1- Sou completamente inútil para os esportes com bola. Todos eles.

2 – Tenho um medo surreal de altura + água. Parque aquático é o pior pesadelo que pode me ocorrer.

3 – Não sei e não gosto de jogar cartas. Só tenho a capacidade de curtir uma partida de “porco” – e olhe lá.

4 – Não tenho irmãos, mas minha casa sempre foi cheia de gente amiga e eu amo estar rodeada de pessoas.

5 – Amo cozinhar – e comer – e faço algum prato especial pelo menos 3 vezes por semana.

6 – Quando estou em algum evento social, e me bate uns 5 minutos de impaciência, eu PRECISO ir embora. Não importa quem esteja comigo, não importa se a atração do local for o Batman. Viro as costas, vou embora, fim.

7 – Odeio acordar cedo, mas odeio dormir até muito tarde.

8 – Catupiry me dá dor de cabeça.

9 – Tenho”medo” de gastar dinheiro, mas se acho que mereço vou no shopping, faço uma compra absurda e depois fico chorando pelos cantos. Foi numa dessas que comprei meu Iphone (e uma geladeira pra minha antiga casa).

10 – Sou uma pessoa extrovertida extremamente tímida.

11 – Sou ALOCKA do cabelo. E se deixar uso uns 5 shampoos e condicionadores diferentes ao mesmo tempo.

11 perguntas feitas pela Juju

1. Uma coisa que você morre de vontade de fazer, mas nunca fez.

Pular de pára quedas. Acho que seria uma superação, mas putz, que dinheiro ALTO, né? HUAHAUUAHUAHUAH!  (mentira, num pularia nem F***NDO).

2. Uma música pra cantar bem alto debaixo do chuveiro!

Total Eclipse of the Heart, tenho uma COISA com essa música, mas os vizinhos dirão que é aquela famosa da Whitney Houston.

3. O que você está vestindo agora?

Camiseta, legging, sapatilha e jaqueta de couro. Um clássico.

4. Quando criança, o que você queria ser quando crescesse?

Queria ser atriz de musical. Ainda quero, se pá.

5. Uma comida que você não gosta.

Frutos do mar. Urgh.

6. Um hábito ou mania estranha.

Quando eu estou nervosa cutuco minha orelha, involuntariamente, até ela cair, quase. Às vezes acordo com tanta dor de ouvido que não sei como lidar (eu sei, é nojento, mal aí gente).

7. Uma indicação de livro! (!!!!!)

Marina – Ruiz Carlos Zafon

8. O que te inspira?

Observar as pessoas e ouvir as suas indagações sobre a vida.

9. Banho quente ou frio?

Quente, pelo amor de Deus, água gelada num dá.

10. Seu ideal de felicidade.

Uma casa com ele <3, 2 filhos,  3 cachorros, um casal de passarinhos e uma graninha anual pra viajar. =)

11. O que você vai fazer depois de responder essa tag?

Trabalhar, porque, né? Última semana aqui na agência!

 

Ps.: Num sei porque as fotos ficara tortas, o que vale é a intenção ilustrativa para o post.

Ps2.: Se você responder a TAG me avisa aqui nos comentários? O certo seria eu pensar em 11 perguntas e indicar blogs, mas acho que quase todas as “blogayras” fofas que eu conheço já responderam! =/

BEIJAS!

Tuesday October 14, 2014 17:37

essa tal de ansiedade.

Ela está sempre lá, em algum canto do nosso estômago. Nas unhas roídas, nas mensagens afobadas da madrugada. Ela acomete até mesmo os mais tranquilos; invade vidas, destrói relacionamentos, faz com que a gente coloque os pés pelas mãos em tentativas desenfreadas de contê-la. Tudo em vão. Ninguém sabe o que fazer, afinal, com essa tal de ansiedade – mesmo quando nos tornamos mestres em sufocá-la.

Hora mais cedo, hora mais tarde, ela vem e explode. É a espinha na ponta do nariz, é o morango com chocolate fora da dieta, é pau, é pedra, é o fim do caminho – ou o meio, quem sabe? Pode ser nosso cigarro, nosso álcool, nossa falta de sono ou excesso de trabalho.

Todo mundo teme por aquilo que desconhece, anseia pelo bom – ou ruim – que está para chegar. Não tem jeito. A coisa fica ainda pior quando – quase sempre –  se sofre pelo o que não sabe.

A ansiedade nunca vai embora. Ela pode ser contornada, ignorada, ela pode ser canalizada para o bem – quando nos torna mais produtivos,  ativos, mais atentos, mas ela sempre fica lá, porque, de certa forma, ela nos MOTIVA.

E faz com que pensemos com muito mais fé em todas as coisas.

Wednesday October 1, 2014 16:32

Desafio Fotográfico do Rota: Receita de Ericka

Nunca havia participado de nenhum Desafio Fotográfico antes porque apesar de amar fotografia, acho que não tenho talento suficiente para registrar, em imagens, todas as coisas que eu sinto/sou em determinadas situações dessa vida de meu Deus. Quem acompanha o blog, sabe que circulo bem entre o humor e a dor quando uso as palavras, mas acho difícil, muito, muito difícil, encontrar imagens que digam tudo aquilo que desejo exprimir.

Pois é. Só que, dessa vez, não resisti. Depois de ver o post da Ju Rabelo para a segunda edição do desafio fotográfico do Rotaroots, resolvi arregaçar as mangas e por a SUPER câmera do Iphone pra funcionar – mentira. Só resgatei além de resgatar algumas outras tantas imagens que um dia foram importantes e ainda são – pra mim.

Com o tema “ingredientes que formam você”, seguem meus ingredientes. E a Receita da Ericka (assim, com CK mesmo) você confere abaixo:

Mais que objetos ou situações, minha vida é feita de pessoas, muitas delas. Quanto mais, melhor. E sem elas, nada faria o menor sentido.

Um beijo,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Wednesday September 17, 2014 13:06

Meme Rotaroots – 7 músicas para cantar no videokê

Olá, jovens leitores desse meu país! Tudo bem?

Setembro chegou e com ele um temporal de amor em forma de sugestões de postagens lá no meu, no seu, no nosso, ROTAROOTS! \o/

Já falei sobre o Rota por aqui algumas vezes, mas se você entrou de gaiato nesse navio é tá mais perdido que cachorro vira lata, é só clicar aqui (pra entender do que se trata) ou ler até o final desse post porque eu sempre, SEMPRE, coloco resumidamente qual o propósito dessa gente linda e maravilhosa que só encontramos por lá.

O meme escolhido da vez foi: 7 músicas para cantar no videokê. Eu AMO videokê, amo cantar, não sei cantar, mas quando estou lá, na frente do público, canto muito, cês tem que ver.

Mas se você, diferente de mim, é um cara tímido e recatado, listarei, então, as 7 melhores músicas para se cantar quando ninguém está vendo (no chuveiro, no carro, ou mentalmente na fila do banco) e se libertar das amarras dessa sociedade tão cheia de mi mi mi.

Segue (com vídeos):

1 – Total Eclipse of the heart



Quem nunca cantou “TUUUURNNNN AROUNNNDDD… EVERY-NIGHT-ANDTHEN-IFDHHSVHVNCJBBJBSJSKDFJB-FALT APART…” – GRITANDO – não sabe o que é se jogar na vida. Tente. É purificante. É recompensador.

2 – Bambolê – É o Tchan


Essa música é um teste de fôlego e dicção. Sugiro que seja sempre cantada em dueto pra na hora que faltar o ar do Seu coleguinha você tenha condições de continuar, firme e forte. O show não pode parar.

3 – A Lenda – Sandy e Junior


TODAS do Sandy e Junior são PRIMORDIAIS –  em qualquer videokê de péssima qualidade que se preze. Na vida real, obviamente, não dá pra ser diferente. O refrão dessa música é poderoso, é impactante, é força, energia, é pura explosão de sentimento. Dispa-se de preconceitos e libere a Sandy que está aí, dentro de você, agoniada pra se expor.

4 – Conquista – Claudinho e Buchecha


Uma baladinha dançante que permite coreografias esdrúxulas e não deixa ninguém – muito menos quem está cantando – parado. É a alma da festa, o curry de qualquer evento. Todos aguardam o momento em que alguém perde completamente o bom senso e começa a cantar podreira. Porque, né? Até aqui, só música de qualidade. HE HE.

5 – “Fazer amor de madrugada… Em cima da cama, embaixo da escada” (Pintura Íntima) – Kid Abelha


Um clássico dos anos 80-90, um hit que já está enraizado em nossos corações tal como a piada do pavê. Todo mundo conhece, todo mundo já teve que encarar uns 5 minutos de puro constrangimento frente a frente de algum membro da família – geralmente bem desafinado – cantando essa música ao vivão, pra ninguém botar defeito.  MUST HAVE.

6 – I Will Always Love You – Whitey Houston


Essa é pra quem tem bala na agulha, pra que aguenta o tranco. Essa é pra profissionais, sem medo de soltar o gogó ou fazer feio, bem feio, na hora do refrão. Essa música me lembra infância, me lembra minha vizinha Thais e nossas tardes de sábado e domingo sem absolutamente nada pra fazer. Apenas campeões se arriscam a cantar em qualquer espaço que seja essa belíssima canção, e digo desde já: é libertadora. É maravilhosa. É puro amor.

7 –  Uma Brasileira – Os Paralamas do Sucesso



Taí uma música que a gente conhece, cansou de ouvir, mas ~PUFT~, ela SOME. E volta em forma de canção chiclete nas nossas mentes quando estamos no trabalho, massacrando em nossos corações quando a gente menos espera. Lembrou dela agora? Canta no próximo videokê pra ela desgrudar, menina! JURO que funciona! =D

Beijos e até a próxima,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

 

 

E finalmente chegou o tão esperado BLOGDAY 2014, um momento para entrosar, divulgar e conhecer diversos blogueiros e blogueiras diferentes, e, claro, espalhar muito amor  para quem está aí, fazendo um super trabalho bacana pela internet sem ser devidamente reconhecido – ou conhecido, vale ressaltar! =)

Não faz ideia do que eu estou falando? Podexá que eu explico agora mesmo! Hoje, 31 de agosto, é comemorado o Dia Internacional do Blog. De acordo com o Wikipédia, a data foi escolhida por conta dos números 31/08, que se assemelham a palavra blog em si, embora eu ache meio nada a ver essa justificativa. Na tradição do Blog Day, blogueiros de todo o mundo publicam em seus diários virtuais uma mensagem para os leitores com indicação de páginas que consideram interessantes. Desta forma, os leitores poderão conhecer outros autores, expandindo seu feed e falando um pouco mais de si por meio das postagens do outro! (porque, né? Somos, também, e principalmente, aquilo que lemos!)

Quer saber mais sobre essa iniciativa e conhecer outros blogs que também fizeram suas listas? Clique aqui, VEM COM A GENTE e faça parte dessa comunidade de gente fina, elegante e sincera que tem muito amor pra dar! <3

AGORA SEM DELONGAS, VAMOS AO QUE INTERESSA:
  • 5 blogs que não saem do meu feed

Pequenina Vanilla – Num primeiro momento, foi o layout que ganhou meu coração. “Coisa mais linda” – pensei, com umas fotos cheias de sentimento, coisa assim, de babar. Aí li uma receitinha, um texto, vi um look do dia. Me identifiquei. Gostei da humildade da Adri, de como ela se apresenta e, principalmente, de como me sinto à vontade no espaço que já nem é mais só dela; virou um pouco meu também. <3

Mulher Vitrola – Leio a Renata desde sempre e o que mais me agrada no blog dela é a simplicidade que ela fala sobre tudo, sobre a própria vida e sobre aquilo que curte – isso é raro e passa credibilidade, uma das coisas que mais me conquistam em qualquer blog. GRAZADEUS tive a chance de conhecê-la ao vivo, nessas idas e vindas que o mundo dá,  e meu amor pelo Mulher Vitrola só aumentou. É muito bom a gente seguir pessoas que são de verdade, que escrevem de verdade… Sucesso PURO! Se você em pleno século XXI ainda não conhece o trampo dela #CORRÃO. Porque além de escrever com amor ela também ILUSTRA! <3

Entre Topetes e Vinis – REVOLUCIONÁRIA, eu diria. Que gordinha gata, que puta coragem de mostrar pro mundo inteiro que com bom gosto a gente pode qualquer coisa, né? Blog de moda com originalidade, cheio de dicas úteis e muita coisa pra japonesas, negras, magras, gordas, ruivas, travestis e QUEM QUISER aproveitar! Os cabelos e a make mais bonitos de TODA a internet são da Ju Romano, mal ae. E tenho dito.

Tem no meu Quintal – Moda real, criativa e simples, sem dramas! Muita coisa comprada em brechó, muitas promoções honestíssimas de fast fashion e muito bom gosto com uma linguagem simples, descontraída e muito gostosa de ler. Parece que eu já conheço a Ju Sacramento de muitos carnavais e o blog dela é mega recente, meu povo! Pelo menos eu acho que é! (É??)  E, olha, entro TODOS os dias. Não tem jeito! Peguei amô.

Small Fashion Diary – Acho a Carol linda por dentro e por fora. Ela é minha musa inspiradora de estilo, minha deusa do mundo fashion fora da caixinha. Se veste bem, escreve bem, ilustra bem. É criativa, empreendedora e, desde que conheci o blog dela, acesso TODO O SANTO DIA e sou fã, fã mesmo. De carteirinha. Se encontrar com a Carol na rua, CATAPLOFT. Peço abraço, conto causo e finjo que sou amiga dela, assim, desde criancinha, tamanho meu carinho pela pessoa incrível (que ela me parece ser) que ela é. Juro pra vocês.

*MENÇÃO HONROSA: And the OSCAR GOES TO…Andressa, do Era1X!!!! HAUHAUUAHUAHA!! Eu sei, tô roubando. Sei que não deveria colocar um sexto elemento nessa lista, mas não incluir a Andresa aqui seria uma sacanagem sem fim. Primeiro porque curto TUDO que ela posta e segundo porque já me considero meio parte do blog dela, do Instagram e do Facebook – sim, sou obcecada, e sigo todo mundo por 450 redes.  Que ela continue postando looks fofos, nerdices e muitas coisas que eu já coloquei na minha wishlist e não deixe de gravar vídeos cheios de sotaque – que eu não sei bem de onde é!!! <3

  • 5 blogs que eu conheci no Rotaroots

Monster Box – Um blog que me surpreendeu demais – tanto pela simpatia de quem escreve como em relação a qualidade do conteúdo! O espaço tem um layout LINDO, mega bem feito e super bem escrito, olha só, POR UM MENINO!!!  Não é incrível? Estou tão acostumada a acompanhar moda, beleza e make em blogs de mocinhas que até esqueço que SIM, caros amigos, a blogosfera também é ocupada por blogs de entretenimento e cultura geek que não contam com a participação de mulheres na sua equipe! Paulinho arrasa e foi uma grata surpresa conhecê-lo pelo Rotaroots! =)

Juliana Rabelo – Quando vi as coisa que a Ju pintava em aquarela, tive certeza que iria gostar dela, simples assim. E assim foi, dito e feito. Comentários pra lá, incentivos pra cá, já é impossível não dar uma passadinha na página dela pra ver essa ou aquela ilustração e sonhar – quem sabe um dia? – com o momento em que vou encomendar uma arte bem bonita aqui pro Hiper! =)

Mariana Cruz – Tenho um fraco por blogueiras cariocas, é fato. E não sei explicar por que, acho que tem a ver com o modo leve como o povo de lá leva a vida, sabe? Vai entender! HUAHAUHAUHUAHAUH! Fora o fato da Mari ser do Riodjãnero, me identifico com as coisas que ela escreve, acho que tudo é feito com doçura, cuidado e ela consegue se expor sem se tornar uma subcelebridade internética, sabe? Principalmente quando fala sobre maternidade, vida pessoal, acho tudo muito bem feitinho! Mari, tenho quase certeza que você não sabe disso, mas adoro o seu blog! E me sinto um pouquinho mais sua amiga toda a vez que passo por lá! <3

Sai da minha lente! – O blog da Clayci me parece feito com muito amor. É bastante pessoal e informativo, fala sobre séries, games, nerdices, cultura, livros… Tem de tudo um pouco, bem ilustradinho, com carinha de blog de raiz mesmo, estilo diário virtual, um espaço que me fez voltar no tempo e lembrar do quanto é bom escrever e ler sobre essas simplicidades da vida que a gente acaba deixando pra lá. Gostei de tê-lo conhecido nesses últimos tempos!

SubexplicadoAMO fotos. Amo mesmo. Uma pena que eu ainda não tenha tido grana pra investir em uma bela câmera pra sair por aí, registrando tudo o que me apetece! Mas tenho um pouco de preguiça dessa coisa Pinterest, cheia de filtros, que tem invadido nossas vidas, nossos computadores e dominado a internet, sabe? Acho todo esse recorte de realidade muito lindo, ok, mas gosto mais do que é real. E a Camila registra a vida real. Com imagens de lugares que ela visita e coisas que gosta, ela tem um jeito bastante próprio de tornar as coisas bonitas, com poucas e boas edições – se rolarem mesmo tais edições – e ainda com referências de decor e outras cositas que muito me ganham. Portanto, esse último posto dos blogs ++ do Rotaroots vai pra ela!

  • 5 blogs para sair da rotina

Chiveta – Um blog para rir, se divertir e descontrair dessa barra que é viver em um mundo onde as pessoas se prendem tanto a esteriótipos e não se jogam nessa vida mostrando quem realmente são. Ler o que o Ricardo escreve  é libertador. Um cara escrachado, hypster, gente da gente versão moderna e conceitual. Confesso que não entendo 1/5 das referências musicais que ele cita, mas não importa, me divirto mesmo assim com tanta autenticidade. HAUHUAUAHUAUHA! Não entendeu nada? Entra lá no blog dele e espia como ele escreve. Vai melhorar o seu dia.

Bonitinha, mas ordinária – Essa minha afirmação pode parecer estranha, mas se eu fosse chegada em mulher, xavecaria a Marcella, sem dúvida alguma. Essa não tem papas na língua. Se diverte com a própria realidade e a descreve como ninguém. É moderna, independente, é da leva de blogs que me fazem rir – de mim, do mundo e das coisas que acontece por aí. Leitura obrigatória caso você nunca tenha ouvido falar nela – e caso o seu dia, meu bem, esteja uma merda.

1001 pessoas que conheci antes do fim do mundo – Um blog cheio de narrativas engraçadas e experiências malucas que fazem cada personagem ser tão especial – e peculiar – que você não consegue parar de ler e se identificar um pouquinho com os textos! Para escrever bem é preciso LER MUITO. Então, pode reparar, os blogs dessa última seção serão, quase todos, de crônicas e histórias! =)

Cativeiro Imaginário – A Patricia Corso escreve DEMAIS (principalmente sobre o cotidiano, maternidade e vida a dois). Acho que encontrei o blog dela quando fazia uma pesquisa sobre a Adriana Falcão (mãe da Clarisse Falcão) que também tem um jeito só dela de fazer roteiros e narrativas fantasiosas. Caso você não faça ideia sobre nenhuma dessas pessoa que eu mencionei, pesquise JÁ. Tanto a Patricia quanto a Adriana têm um talento absurdo e são profissas, com P maiúsculo. Todo o escritor de boteco que se preze, como eu, tem que mergulhar nessas leituras – e tentar absorver pelo menos 1/8 de como se fazem textos de devorar! – na minha humilde opinião, né?

A fabulosa casa turquesa e dourada – Descobri, depois de um dia lendo over and over todos os textos publicados, que esse blog não é de uma pessoa só; foi criado por 5 amigas que decidiram expor suas ideias, conversas, causos e opiniões – todas ótimas, por sinal. Muitas risadas depois, quem ganhou mesmo, mesmo, mesmo, o meu coração foi a Júlia Guedes! O modo que ela descreve tudo o que acontece na vida dela (e o modo que ela pensa) é muito escrachado, divertido, leve… Você simplesmente não consegue parar de ler! Não sei que cara a Julia tem, mas não importa: o cachorrinho (ela me contou que é um gato!!! MIL DESCULPAS!!) que ela colocou pra ilustrar o perfil, taí, estampado como referência do blog. Não deixem de conhecer!

Um beijo,

Ericka.

Friday August 29, 2014 17:11

quando descobrimos que querer não é poder.

Estudos comprovam que 96,5% das publicações textuais realizadas em blogs com o mesmo perfil do meu  te  incentivam a sonhar bem alto –  e sempre, sempre, sempre, colocar o máximo de amor em tudo o que se faz. Acho que a maior mentira – covarde – que te contam sobre a vida é que você pode tudo desde que comece já. Desde que tenha força, fé e foco. Desde que faça com o coração.

Reflita bem, respire fundo e raciocine. Pode ser que até seja esse o caminho. Pode ser que algumas pessoas precisem mesmo dessa dose de fé em si mesmas para começar e ir adiante, mas, nem sempre funciona assim.

É bom ter em mente, bem lá no íntimo, que não é só coração, fé e foco que fazem que as coisas funcionem – ao menos não da maneira que a gente espera que elas sejam.

Me chamem de realista incrédula. Me chamem de agouradora do sonho alheio. Mas olha, é só um ponto de vista diferente dos demais. É só pra fazer pensar.

Acho, aliás, que essa inverdade é uma das coisas que mais gera adultos depressivos e infelizes; esse sentimento de que estamos próximos e distantes, ao mesmo tempo, de todas as nossas maiores realizações (e que nosso sucesso e satisfação depende única e exclusivamente de nós). Que maravilhoso se assim fosse. Quantos negócios não dariam certo? Quantos não seriam os livros publicados? Quantas famílias felizes e plenamente satisfeitas não se formariam?

E os muitos acasos que nos acometem? E os diferentes universos que nos cercam e formam nossas realidades particulares? E a nossa sorte, estrela, e Deus, eu pergunto? Nada disso conta?

Eu mesma respondo que conta sim. Conta bastante. E faz parte do pacote todo. Não se sinta um perdedor(ora) se ainda não chegou lá. Se, mesmo working very hard, não deu certo ainda. Uma hora, dá.

Você pode muitas coisas, geralmente muito mais do que você imagina, inclusive. Deve e precisa batalhar por outras tantas, sempre, mas não é só trabalho duro e zero mi mi mi que faz com que você seja famosa, rica, linda, magra ou qualquer coisa que você desejar ser. Não sei afirmar exatamente o que é.

O trabalho duro vai te garantir sucesso e satisfação de alguma maneira, mas não exatamente da forma como você acredita que as coisas serão. A visualização de uma vida que não é a que se tem pode deixar qualquer ser humano batalhador e super dedicado se sentindo o mais fracassado dos mortais, mesmo estando longe disso.

Não chegar onde se almeja não significa que você falhou. Significa que talvez você esteja vendo de forma distorcida onde quer chegar. Ou que ainda não fez as coisas certas. Estou sendo clara na argumentação?

A felicidade e a satisfação pessoal podem vir de muitas forma pra gente – tantas, que às vezes temos de tudo, muito, e continuamos correndo atrás do que o outro tem e a gente também “merece” ter. Do que o outro é e a gente “precisa ser também”, porque, né, pessoal? Somos humanos. Comparar o nosso sucesso com o dos outros é natural. Uma pena que não vivamos as vida alheias, nem suas partes boas, nem suas partes ruins. Pensando melhor, ainda bem.

Acredito que a comparação, em pequenas doses, faz parte de um desenvolvimento psicológico e pessoal saudável. Nos estimula, norteia, nos dá ídolos para admirar. Mas é preciso parar com essa crença de que podemos tudo, tudo mesmo. Tudo é muita coisa. E se não chegarmos nunca aos nossos ideias, como fica? Sinal de que foi tudo culpa nossa? Que não batalhamos o suficiente? Que não temos talento, força ou garra? Como lidar, então, com essa decepção que nos acomete diante da possibilidade de sim, PODE-SE TER O MUNDO, basta querer? Vim aqui, então, para dizer o que ninguém acha bonito, ou poético: não, às vezes a gente não pode. Às vezes não dá. Às vezes vem a doença, o cansaço, os filhos, a grana que se precisa ganhar com a rotina – e os nossos super sonhos não se encaixam nesse balanço.

Temos que dar asas à imaginação e não basear toda uma vida de micro satisfações pessoais e realizações nela.

Desculpa chutar assim, sem nem me apresentar, seu castelinho de areia. A gente não pode ser a nova Gisele Bundchen, já existe uma nesse mundo. Não dá pra treinar duro e mentalizar positivo pra alcançar o Neymar – talvez ele mesmo quisesse é ser o Pelé, nunca saberemos. E mesmo que você malhe e vire uma obcecada da batata doce, treinando por 24 horas na academia, desculpa. Você nasceu com o corpinho mignon. Não vai ser Panicat, nem garota do Faustão. E não há mal nenhum nisso.

Encontre mais felicidade onde já se tem.

Que o que vier a mais, nesse cenário, é lucro.

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Ericka, prazer!

Por que Hipervitaminose?

Cansado do papo furado e irreal sobre relacionamentos? De ficar sonhando com o príncipe (ou a princesa) encantado, lamentando sua solteirice pelos quatro cantos do planeta? Cansado de não entender o que faz de errado? Cansado de achar que é o ÚNICO no mundo a ter todos esses problemas? Bem vindo ao Hipervitaminose! Um espaço com crônicas sobre a vida, depoimentos, histórias e análises sinceras - minhas e alheias - de quem já está cansado (e diabético) de tanto blá-blá-blá relacionamental sem eficiência. Fique à vontade!

Participe!!

Pode indicar, viu?