Tuesday November 11, 2014 23:19

um texto animal.

Já nem sei mais se ainda posso escrever esse post do Rota. Outubro foi um mês de muitas conturbações e, novembro, ao que tudo indica, vai caminhar no mesmo passo: às cavalgadas. Entre o certo e o duvidoso, vim, me concentrei e fiz. E espero que ainda seja útil para quem tem vindo tirar as teias de aranha que venho deixando formar por aqui.

Não consigo confiar nas pessoas que não bebem uma gota sequer de álcool, bem como não consigo confiar naquelas que não gostam  de uma boa comida e, claro, dos animais. É inconcebível, na minha pequena mente humana de amante dos bichos, que exista alguém nesse mundo que não se sinta compelido a acariciar um cachorro simpático na rua. Ou não fique maluco ao ver um filhotinho, de qualquer espécie que seja, no zoológico ou na casa alheia, das lagartixas às araras azuis. Eu fico doida. É tão curioso, pra mim, não gostar de cachorros e gatos quanto não gostar de chocolate. Eu diria que é quase surreal.

Os bichos sempre me geraram um encantamento instantâneo, um desejo incontrolável de servir – ao invés de ser servida – num sentimento completamente anti-natural para nós, humanos, mas altamente recompensador. Engraçado pensar dessa forma. Mais que comida, bebida ou abrigo, os animais só exigem, de fato, carinho. Se assim for, nos retribuem com uma das mais sinceras formas de amor. Não importa quanto dinheiro você tenha no bolso, nem quantas maquiagens estão na sua gaveta. Se você é gorda, magra, japonesa ou russa. Não importa, veja só, se eles estão comendo caviar ou ração das mais simples, desde que você esteja lá. Doando seu tempo e dando o mínimo de conforto necessário para que seu bichinho viva com saúde e conforto.

O comércio de animais, lembro-me bem, era uma LOUCURA nos anos 90. Eram filmes com cachorros falantes, policiais, espiões, desenhos e mais uma série de produtos que faziam toda – e qualquer criança – desejar ardentemente um Dálmata ou uma Lessie, que seja. O tempo foi passando, os interesses infantis, apesar de ainda muito intensos em relação aos bichos de estimação, deram lugar às telinhas, telonas e todo o tipo de dispositivo não humano. Aqueles animais, que antes eram vendidos aos montes e exibidos nas caixas de vidro dos shoppings de todo o mundo, reduziram consideravelmente. Uma pena que ainda não completamente. O que é feito em determinados criadouros com esses bichos por mera função comercial é uma atrocidade, mas vamos deixar, por enquanto, esse aprofundamento pra lá.

Esse texto, cheio de devaneios sobre animais, vida moderna e tecnologia, é, no raso, um incentivo ao amor. À adoção de animais e ao treino diário em sermos mais tolerante com os seres vivos, todos eles. Ter um cachorro, um gato, uma tartaruga, um passarinho um casal de peixinhos dourados ou uma samambaia renda portuguesa é dar uma parte do seu dia – para alguns poucos infelizes, obrigatoriamente – a um ser que depende de você. Um ser que é tão grato por esse gesto que fornece aquilo que falta pra todo mundo e que, às vezes, nem nos damos conta: tempo para contemplar. Acariciar.Cuidar. Respirar.

Tenho, atualmente, 3 vira-latas, mas teria 20. O Homero, o João e a Magali (em ordem de tamanho) já tinham donos dedicados, mas me receberam com muito pêlos e boas lambidas, sem cerimônia, num espaço que não era meu - mas que se tornou fundamental para a minha sanidade mental e sobrevivência, nessa loucura que é São Paulo.

Pensando agora, sobre o tema proposto para esse post, nem sei se fiz o certo do modo que expus as coisas. Mas espero que vocês se sintam estimulados com a minha experiência e não temam em levar para as suas casas um pouquinho dessa alegria animal. É recompensador.

E muito mais simples que se pensa.

*****************

 

NÃO TEM COMO ADOTAR UM BICHINHO? AJUDE! É FÁCIL!

Max – Total Alimentos conta com um programa de responsabilidade social chamado Max em Ação. No hotsite, é possível localizar ONGs cadastradas no projeto e fazer sua doação através do site, com valores a partir de R$6 (equivalente a 1kg). A cada doação feita para a ONG de sua preferência no site da campanha, a Max acrescenta mais 50% em cima. Ou seja: se você doa 10kg, a Max acrescenta mais 5kg e a ONG recebe, somente na sua doação, 15kg de ração.

Nós já temos garantido 1 tonelada de ração, mas que tal nos ajudar a aumentar este montante? Divulgue o link da ABEAC no Max em Ação na sua blogagem coletiva e nas redes sociais, incentive leitores e amigos a doarem ao menos o mínimo. Juntos podemos fazer mais e nosso objetivo é chegar em pelo menos 2 toneladas de ração para a ABEAC e garantir barriguinhas cheias por mais tempo. Vamos juntos nessa? :D

Link da ABEAC no Max em Ação:
http://bit.ly/doaABEAC

 

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos (http://www.maxtotalalimentos.com.br/). Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC , ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

Friday November 7, 2014 11:02

TAG: Conhecendo melhor a blogueira

Confesso que ando tendo uma preguiça INFINITA de postar coisas por aqui - visto que estou em um período de mudanças muito intensas na minha vida. Não sei bem o que acontece, mas quando a cabeça está cheia – de trabalho, de correria, de coisas empolgantemente empolgantes –  a inspiração vai embora e não consigo, sequer, refletir sobre tudo que eu gostaria e que costumo opinar por aqui. Tô devendo uns 8 posts pro pessoal mais lindo da internet  (o Rotaroots), e até arrisquei alguns rascunhos, mas olha… Não tá fluindo! Mal tenho conseguido dormir, se vocês bem querem saber.

Só que aí, na minha ronda diária matinal de blogs, vi esse post da Ju Rabelo me convocando para escrever sobre mim. Visto que sou completamente aparecida e amo posts pessoais, topei na hora o ~desafio~ e cá estão as minhas 11 respostas sobre mim. E mais 11 fatos que precisam ser incluídos nesse post.

11 fatos sobre mim

1- Sou completamente inútil para os esportes com bola. Todos eles.

2 – Tenho um medo surreal de altura + água. Parque aquático é o pior pesadelo que pode me ocorrer.

3 – Não sei e não gosto de jogar cartas. Só tenho a capacidade de curtir uma partida de “porco” – e olhe lá.

4 – Não tenho irmãos, mas minha casa sempre foi cheia de gente amiga e eu amo estar rodeada de pessoas.

5 – Amo cozinhar – e comer – e faço algum prato especial pelo menos 3 vezes por semana.

6 – Quando estou em algum evento social, e me bate uns 5 minutos de impaciência, eu PRECISO ir embora. Não importa quem esteja comigo, não importa se a atração do local for o Batman. Viro as costas, vou embora, fim.

7 – Odeio acordar cedo, mas odeio dormir até muito tarde.

8 – Catupiry me dá dor de cabeça.

9 – Tenho”medo” de gastar dinheiro, mas se acho que mereço vou no shopping, faço uma compra absurda e depois fico chorando pelos cantos. Foi numa dessas que comprei meu Iphone (e uma geladeira pra minha antiga casa).

10 – Sou uma pessoa extrovertida extremamente tímida.

11 – Sou ALOCKA do cabelo. E se deixar uso uns 5 shampoos e condicionadores diferentes ao mesmo tempo.

11 perguntas feitas pela Juju

1. Uma coisa que você morre de vontade de fazer, mas nunca fez.

Pular de pára quedas. Acho que seria uma superação, mas putz, que dinheiro ALTO, né? HUAHAUUAHUAHUAH!  (mentira, num pularia nem F***NDO).

2. Uma música pra cantar bem alto debaixo do chuveiro!

Total Eclipse of the Heart, tenho uma COISA com essa música, mas os vizinhos dirão que é aquela famosa da Whitney Houston.

3. O que você está vestindo agora?

Camiseta, legging, sapatilha e jaqueta de couro. Um clássico.

4. Quando criança, o que você queria ser quando crescesse?

Queria ser atriz de musical. Ainda quero, se pá.

5. Uma comida que você não gosta.

Frutos do mar. Urgh.

6. Um hábito ou mania estranha.

Quando eu estou nervosa cutuco minha orelha, involuntariamente, até ela cair, quase. Às vezes acordo com tanta dor de ouvido que não sei como lidar (eu sei, é nojento, mal aí gente).

7. Uma indicação de livro! (!!!!!)

Marina – Ruiz Carlos Zafon

8. O que te inspira?

Observar as pessoas e ouvir as suas indagações sobre a vida.

9. Banho quente ou frio?

Quente, pelo amor de Deus, água gelada num dá.

10. Seu ideal de felicidade.

Uma casa com ele <3, 2 filhos,  3 cachorros, um casal de passarinhos e uma graninha anual pra viajar. =)

11. O que você vai fazer depois de responder essa tag?

Trabalhar, porque, né? Última semana aqui na agência!

 

Ps.: Num sei porque as fotos ficara tortas, o que vale é a intenção ilustrativa para o post.

Ps2.: Se você responder a TAG me avisa aqui nos comentários? O certo seria eu pensar em 11 perguntas e indicar blogs, mas acho que quase todas as “blogayras” fofas que eu conheço já responderam! =/

BEIJAS!

Tuesday October 14, 2014 17:37

essa tal de ansiedade.

Ela está sempre lá, em algum canto do nosso estômago. Nas unhas roídas, nas mensagens afobadas da madrugada. Ela acomete até mesmo os mais tranquilos; invade vidas, destrói relacionamentos, faz com que a gente coloque os pés pelas mãos em tentativas desenfreadas de contê-la. Tudo em vão. Ninguém sabe o que fazer, afinal, com essa tal de ansiedade – mesmo quando nos tornamos mestres em sufocá-la.

Hora mais cedo, hora mais tarde, ela vem e explode. É a espinha na ponta do nariz, é o morango com chocolate fora da dieta, é pau, é pedra, é o fim do caminho – ou o meio, quem sabe? Pode ser nosso cigarro, nosso álcool, nossa falta de sono ou excesso de trabalho.

Todo mundo teme por aquilo que desconhece, anseia pelo bom – ou ruim – que está para chegar. Não tem jeito. A coisa fica ainda pior quando – quase sempre –  se sofre pelo o que não sabe.

A ansiedade nunca vai embora. Ela pode ser contornada, ignorada, ela pode ser canalizada para o bem – quando nos torna mais produtivos,  ativos, mais atentos, mas ela sempre fica lá, porque, de certa forma, ela nos MOTIVA.

E faz com que pensemos com muito mais fé em todas as coisas.

Wednesday October 1, 2014 16:32

Desafio Fotográfico do Rota: Receita de Ericka

Nunca havia participado de nenhum Desafio Fotográfico antes porque apesar de amar fotografia, acho que não tenho talento suficiente para registrar, em imagens, todas as coisas que eu sinto/sou em determinadas situações dessa vida de meu Deus. Quem acompanha o blog, sabe que circulo bem entre o humor e a dor quando uso as palavras, mas acho difícil, muito, muito difícil, encontrar imagens que digam tudo aquilo que desejo exprimir.

Pois é. Só que, dessa vez, não resisti. Depois de ver o post da Ju Rabelo para a segunda edição do desafio fotográfico do Rotaroots, resolvi arregaçar as mangas e por a SUPER câmera do Iphone pra funcionar – mentira. Só resgatei além de resgatar algumas outras tantas imagens que um dia foram importantes e ainda são – pra mim.

Com o tema “ingredientes que formam você”, seguem meus ingredientes. E a Receita da Ericka (assim, com CK mesmo) você confere abaixo:

Mais que objetos ou situações, minha vida é feita de pessoas, muitas delas. Quanto mais, melhor. E sem elas, nada faria o menor sentido.

Um beijo,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Wednesday September 17, 2014 13:06

Meme Rotaroots – 7 músicas para cantar no videokê

Olá, jovens leitores desse meu país! Tudo bem?

Setembro chegou e com ele um temporal de amor em forma de sugestões de postagens lá no meu, no seu, no nosso, ROTAROOTS! \o/

Já falei sobre o Rota por aqui algumas vezes, mas se você entrou de gaiato nesse navio é tá mais perdido que cachorro vira lata, é só clicar aqui (pra entender do que se trata) ou ler até o final desse post porque eu sempre, SEMPRE, coloco resumidamente qual o propósito dessa gente linda e maravilhosa que só encontramos por lá.

O meme escolhido da vez foi: 7 músicas para cantar no videokê. Eu AMO videokê, amo cantar, não sei cantar, mas quando estou lá, na frente do público, canto muito, cês tem que ver.

Mas se você, diferente de mim, é um cara tímido e recatado, listarei, então, as 7 melhores músicas para se cantar quando ninguém está vendo (no chuveiro, no carro, ou mentalmente na fila do banco) e se libertar das amarras dessa sociedade tão cheia de mi mi mi.

Segue (com vídeos):

1 – Total Eclipse of the heart



Quem nunca cantou “TUUUURNNNN AROUNNNDDD… EVERY-NIGHT-ANDTHEN-IFDHHSVHVNCJBBJBSJSKDFJB-FALT APART…” – GRITANDO – não sabe o que é se jogar na vida. Tente. É purificante. É recompensador.

2 – Bambolê – É o Tchan


Essa música é um teste de fôlego e dicção. Sugiro que seja sempre cantada em dueto pra na hora que faltar o ar do Seu coleguinha você tenha condições de continuar, firme e forte. O show não pode parar.

3 – A Lenda – Sandy e Junior


TODAS do Sandy e Junior são PRIMORDIAIS –  em qualquer videokê de péssima qualidade que se preze. Na vida real, obviamente, não dá pra ser diferente. O refrão dessa música é poderoso, é impactante, é força, energia, é pura explosão de sentimento. Dispa-se de preconceitos e libere a Sandy que está aí, dentro de você, agoniada pra se expor.

4 – Conquista – Claudinho e Buchecha


Uma baladinha dançante que permite coreografias esdrúxulas e não deixa ninguém – muito menos quem está cantando – parado. É a alma da festa, o curry de qualquer evento. Todos aguardam o momento em que alguém perde completamente o bom senso e começa a cantar podreira. Porque, né? Até aqui, só música de qualidade. HE HE.

5 – “Fazer amor de madrugada… Em cima da cama, embaixo da escada” (Pintura Íntima) – Kid Abelha


Um clássico dos anos 80-90, um hit que já está enraizado em nossos corações tal como a piada do pavê. Todo mundo conhece, todo mundo já teve que encarar uns 5 minutos de puro constrangimento frente a frente de algum membro da família – geralmente bem desafinado – cantando essa música ao vivão, pra ninguém botar defeito.  MUST HAVE.

6 – I Will Always Love You – Whitey Houston


Essa é pra quem tem bala na agulha, pra que aguenta o tranco. Essa é pra profissionais, sem medo de soltar o gogó ou fazer feio, bem feio, na hora do refrão. Essa música me lembra infância, me lembra minha vizinha Thais e nossas tardes de sábado e domingo sem absolutamente nada pra fazer. Apenas campeões se arriscam a cantar em qualquer espaço que seja essa belíssima canção, e digo desde já: é libertadora. É maravilhosa. É puro amor.

7 –  Uma Brasileira – Os Paralamas do Sucesso



Taí uma música que a gente conhece, cansou de ouvir, mas ~PUFT~, ela SOME. E volta em forma de canção chiclete nas nossas mentes quando estamos no trabalho, massacrando em nossos corações quando a gente menos espera. Lembrou dela agora? Canta no próximo videokê pra ela desgrudar, menina! JURO que funciona! =D

Beijos e até a próxima,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

 

 

E finalmente chegou o tão esperado BLOGDAY 2014, um momento para entrosar, divulgar e conhecer diversos blogueiros e blogueiras diferentes, e, claro, espalhar muito amor  para quem está aí, fazendo um super trabalho bacana pela internet sem ser devidamente reconhecido – ou conhecido, vale ressaltar! =)

Não faz ideia do que eu estou falando? Podexá que eu explico agora mesmo! Hoje, 31 de agosto, é comemorado o Dia Internacional do Blog. De acordo com o Wikipédia, a data foi escolhida por conta dos números 31/08, que se assemelham a palavra blog em si, embora eu ache meio nada a ver essa justificativa. Na tradição do Blog Day, blogueiros de todo o mundo publicam em seus diários virtuais uma mensagem para os leitores com indicação de páginas que consideram interessantes. Desta forma, os leitores poderão conhecer outros autores, expandindo seu feed e falando um pouco mais de si por meio das postagens do outro! (porque, né? Somos, também, e principalmente, aquilo que lemos!)

Quer saber mais sobre essa iniciativa e conhecer outros blogs que também fizeram suas listas? Clique aqui, VEM COM A GENTE e faça parte dessa comunidade de gente fina, elegante e sincera que tem muito amor pra dar! <3

AGORA SEM DELONGAS, VAMOS AO QUE INTERESSA:
  • 5 blogs que não saem do meu feed

Pequenina Vanilla – Num primeiro momento, foi o layout que ganhou meu coração. “Coisa mais linda” – pensei, com umas fotos cheias de sentimento, coisa assim, de babar. Aí li uma receitinha, um texto, vi um look do dia. Me identifiquei. Gostei da humildade da Adri, de como ela se apresenta e, principalmente, de como me sinto à vontade no espaço que já nem é mais só dela; virou um pouco meu também. <3

Mulher Vitrola – Leio a Renata desde sempre e o que mais me agrada no blog dela é a simplicidade que ela fala sobre tudo, sobre a própria vida e sobre aquilo que curte – isso é raro e passa credibilidade, uma das coisas que mais me conquistam em qualquer blog. GRAZADEUS tive a chance de conhecê-la ao vivo, nessas idas e vindas que o mundo dá,  e meu amor pelo Mulher Vitrola só aumentou. É muito bom a gente seguir pessoas que são de verdade, que escrevem de verdade… Sucesso PURO! Se você em pleno século XXI ainda não conhece o trampo dela #CORRÃO. Porque além de escrever com amor ela também ILUSTRA! <3

Entre Topetes e Vinis – REVOLUCIONÁRIA, eu diria. Que gordinha gata, que puta coragem de mostrar pro mundo inteiro que com bom gosto a gente pode qualquer coisa, né? Blog de moda com originalidade, cheio de dicas úteis e muita coisa pra japonesas, negras, magras, gordas, ruivas, travestis e QUEM QUISER aproveitar! Os cabelos e a make mais bonitos de TODA a internet são da Ju Romano, mal ae. E tenho dito.

Tem no meu Quintal – Moda real, criativa e simples, sem dramas! Muita coisa comprada em brechó, muitas promoções honestíssimas de fast fashion e muito bom gosto com uma linguagem simples, descontraída e muito gostosa de ler. Parece que eu já conheço a Ju Sacramento de muitos carnavais e o blog dela é mega recente, meu povo! Pelo menos eu acho que é! (É??)  E, olha, entro TODOS os dias. Não tem jeito! Peguei amô.

Small Fashion Diary – Acho a Carol linda por dentro e por fora. Ela é minha musa inspiradora de estilo, minha deusa do mundo fashion fora da caixinha. Se veste bem, escreve bem, ilustra bem. É criativa, empreendedora e, desde que conheci o blog dela, acesso TODO O SANTO DIA e sou fã, fã mesmo. De carteirinha. Se encontrar com a Carol na rua, CATAPLOFT. Peço abraço, conto causo e finjo que sou amiga dela, assim, desde criancinha, tamanho meu carinho pela pessoa incrível (que ela me parece ser) que ela é. Juro pra vocês.

*MENÇÃO HONROSA: And the OSCAR GOES TO…Andressa, do Era1X!!!! HAUHAUUAHUAHA!! Eu sei, tô roubando. Sei que não deveria colocar um sexto elemento nessa lista, mas não incluir a Andresa aqui seria uma sacanagem sem fim. Primeiro porque curto TUDO que ela posta e segundo porque já me considero meio parte do blog dela, do Instagram e do Facebook – sim, sou obcecada, e sigo todo mundo por 450 redes.  Que ela continue postando looks fofos, nerdices e muitas coisas que eu já coloquei na minha wishlist e não deixe de gravar vídeos cheios de sotaque – que eu não sei bem de onde é!!! <3

  • 5 blogs que eu conheci no Rotaroots

Monster Box – Um blog que me surpreendeu demais – tanto pela simpatia de quem escreve como em relação a qualidade do conteúdo! O espaço tem um layout LINDO, mega bem feito e super bem escrito, olha só, POR UM MENINO!!!  Não é incrível? Estou tão acostumada a acompanhar moda, beleza e make em blogs de mocinhas que até esqueço que SIM, caros amigos, a blogosfera também é ocupada por blogs de entretenimento e cultura geek que não contam com a participação de mulheres na sua equipe! Paulinho arrasa e foi uma grata surpresa conhecê-lo pelo Rotaroots! =)

Juliana Rabelo – Quando vi as coisa que a Ju pintava em aquarela, tive certeza que iria gostar dela, simples assim. E assim foi, dito e feito. Comentários pra lá, incentivos pra cá, já é impossível não dar uma passadinha na página dela pra ver essa ou aquela ilustração e sonhar – quem sabe um dia? – com o momento em que vou encomendar uma arte bem bonita aqui pro Hiper! =)

Mariana Cruz – Tenho um fraco por blogueiras cariocas, é fato. E não sei explicar por que, acho que tem a ver com o modo leve como o povo de lá leva a vida, sabe? Vai entender! HUAHAUHAUHUAHAUH! Fora o fato da Mari ser do Riodjãnero, me identifico com as coisas que ela escreve, acho que tudo é feito com doçura, cuidado e ela consegue se expor sem se tornar uma subcelebridade internética, sabe? Principalmente quando fala sobre maternidade, vida pessoal, acho tudo muito bem feitinho! Mari, tenho quase certeza que você não sabe disso, mas adoro o seu blog! E me sinto um pouquinho mais sua amiga toda a vez que passo por lá! <3

Sai da minha lente! – O blog da Clayci me parece feito com muito amor. É bastante pessoal e informativo, fala sobre séries, games, nerdices, cultura, livros… Tem de tudo um pouco, bem ilustradinho, com carinha de blog de raiz mesmo, estilo diário virtual, um espaço que me fez voltar no tempo e lembrar do quanto é bom escrever e ler sobre essas simplicidades da vida que a gente acaba deixando pra lá. Gostei de tê-lo conhecido nesses últimos tempos!

SubexplicadoAMO fotos. Amo mesmo. Uma pena que eu ainda não tenha tido grana pra investir em uma bela câmera pra sair por aí, registrando tudo o que me apetece! Mas tenho um pouco de preguiça dessa coisa Pinterest, cheia de filtros, que tem invadido nossas vidas, nossos computadores e dominado a internet, sabe? Acho todo esse recorte de realidade muito lindo, ok, mas gosto mais do que é real. E a Camila registra a vida real. Com imagens de lugares que ela visita e coisas que gosta, ela tem um jeito bastante próprio de tornar as coisas bonitas, com poucas e boas edições – se rolarem mesmo tais edições – e ainda com referências de decor e outras cositas que muito me ganham. Portanto, esse último posto dos blogs ++ do Rotaroots vai pra ela!

  • 5 blogs para sair da rotina

Chiveta – Um blog para rir, se divertir e descontrair dessa barra que é viver em um mundo onde as pessoas se prendem tanto a esteriótipos e não se jogam nessa vida mostrando quem realmente são. Ler o que o Ricardo escreve  é libertador. Um cara escrachado, hypster, gente da gente versão moderna e conceitual. Confesso que não entendo 1/5 das referências musicais que ele cita, mas não importa, me divirto mesmo assim com tanta autenticidade. HAUHUAUAHUAUHA! Não entendeu nada? Entra lá no blog dele e espia como ele escreve. Vai melhorar o seu dia.

Bonitinha, mas ordinária – Essa minha afirmação pode parecer estranha, mas se eu fosse chegada em mulher, xavecaria a Marcella, sem dúvida alguma. Essa não tem papas na língua. Se diverte com a própria realidade e a descreve como ninguém. É moderna, independente, é da leva de blogs que me fazem rir – de mim, do mundo e das coisas que acontece por aí. Leitura obrigatória caso você nunca tenha ouvido falar nela – e caso o seu dia, meu bem, esteja uma merda.

1001 pessoas que conheci antes do fim do mundo – Um blog cheio de narrativas engraçadas e experiências malucas que fazem cada personagem ser tão especial – e peculiar – que você não consegue parar de ler e se identificar um pouquinho com os textos! Para escrever bem é preciso LER MUITO. Então, pode reparar, os blogs dessa última seção serão, quase todos, de crônicas e histórias! =)

Cativeiro Imaginário – A Patricia Corso escreve DEMAIS (principalmente sobre o cotidiano, maternidade e vida a dois). Acho que encontrei o blog dela quando fazia uma pesquisa sobre a Adriana Falcão (mãe da Clarisse Falcão) que também tem um jeito só dela de fazer roteiros e narrativas fantasiosas. Caso você não faça ideia sobre nenhuma dessas pessoa que eu mencionei, pesquise JÁ. Tanto a Patricia quanto a Adriana têm um talento absurdo e são profissas, com P maiúsculo. Todo o escritor de boteco que se preze, como eu, tem que mergulhar nessas leituras – e tentar absorver pelo menos 1/8 de como se fazem textos de devorar! – na minha humilde opinião, né?

A fabulosa casa turquesa e dourada – Descobri, depois de um dia lendo over and over todos os textos publicados, que esse blog não é de uma pessoa só; foi criado por 5 amigas que decidiram expor suas ideias, conversas, causos e opiniões – todas ótimas, por sinal. Muitas risadas depois, quem ganhou mesmo, mesmo, mesmo, o meu coração foi a Júlia Guedes! O modo que ela descreve tudo o que acontece na vida dela (e o modo que ela pensa) é muito escrachado, divertido, leve… Você simplesmente não consegue parar de ler! Não sei que cara a Julia tem, mas não importa: o cachorrinho (ela me contou que é um gato!!! MIL DESCULPAS!!) que ela colocou pra ilustrar o perfil, taí, estampado como referência do blog. Não deixem de conhecer!

Um beijo,

Ericka.

Friday August 29, 2014 17:11

quando descobrimos que querer não é poder.

Estudos comprovam que 96,5% das publicações textuais realizadas em blogs com o mesmo perfil do meu  te  incentivam a sonhar bem alto –  e sempre, sempre, sempre, colocar o máximo de amor em tudo o que se faz. Acho que a maior mentira – covarde – que te contam sobre a vida é que você pode tudo desde que comece já. Desde que tenha força, fé e foco. Desde que faça com o coração.

Reflita bem, respire fundo e raciocine. Pode ser que até seja esse o caminho. Pode ser que algumas pessoas precisem mesmo dessa dose de fé em si mesmas para começar e ir adiante, mas, nem sempre funciona assim.

É bom ter em mente, bem lá no íntimo, que não é só coração, fé e foco que fazem que as coisas funcionem – ao menos não da maneira que a gente espera que elas sejam.

Me chamem de realista incrédula. Me chamem de agouradora do sonho alheio. Mas olha, é só um ponto de vista diferente dos demais. É só pra fazer pensar.

Acho, aliás, que essa inverdade é uma das coisas que mais gera adultos depressivos e infelizes; esse sentimento de que estamos próximos e distantes, ao mesmo tempo, de todas as nossas maiores realizações (e que nosso sucesso e satisfação depende única e exclusivamente de nós). Que maravilhoso se assim fosse. Quantos negócios não dariam certo? Quantos não seriam os livros publicados? Quantas famílias felizes e plenamente satisfeitas não se formariam?

E os muitos acasos que nos acometem? E os diferentes universos que nos cercam e formam nossas realidades particulares? E a nossa sorte, estrela, e Deus, eu pergunto? Nada disso conta?

Eu mesma respondo que conta sim. Conta bastante. E faz parte do pacote todo. Não se sinta um perdedor(ora) se ainda não chegou lá. Se, mesmo working very hard, não deu certo ainda. Uma hora, dá.

Você pode muitas coisas, geralmente muito mais do que você imagina, inclusive. Deve e precisa batalhar por outras tantas, sempre, mas não é só trabalho duro e zero mi mi mi que faz com que você seja famosa, rica, linda, magra ou qualquer coisa que você desejar ser. Não sei afirmar exatamente o que é.

O trabalho duro vai te garantir sucesso e satisfação de alguma maneira, mas não exatamente da forma como você acredita que as coisas serão. A visualização de uma vida que não é a que se tem pode deixar qualquer ser humano batalhador e super dedicado se sentindo o mais fracassado dos mortais, mesmo estando longe disso.

Não chegar onde se almeja não significa que você falhou. Significa que talvez você esteja vendo de forma distorcida onde quer chegar. Ou que ainda não fez as coisas certas. Estou sendo clara na argumentação?

A felicidade e a satisfação pessoal podem vir de muitas forma pra gente – tantas, que às vezes temos de tudo, muito, e continuamos correndo atrás do que o outro tem e a gente também “merece” ter. Do que o outro é e a gente “precisa ser também”, porque, né, pessoal? Somos humanos. Comparar o nosso sucesso com o dos outros é natural. Uma pena que não vivamos as vida alheias, nem suas partes boas, nem suas partes ruins. Pensando melhor, ainda bem.

Acredito que a comparação, em pequenas doses, faz parte de um desenvolvimento psicológico e pessoal saudável. Nos estimula, norteia, nos dá ídolos para admirar. Mas é preciso parar com essa crença de que podemos tudo, tudo mesmo. Tudo é muita coisa. E se não chegarmos nunca aos nossos ideias, como fica? Sinal de que foi tudo culpa nossa? Que não batalhamos o suficiente? Que não temos talento, força ou garra? Como lidar, então, com essa decepção que nos acomete diante da possibilidade de sim, PODE-SE TER O MUNDO, basta querer? Vim aqui, então, para dizer o que ninguém acha bonito, ou poético: não, às vezes a gente não pode. Às vezes não dá. Às vezes vem a doença, o cansaço, os filhos, a grana que se precisa ganhar com a rotina – e os nossos super sonhos não se encaixam nesse balanço.

Temos que dar asas à imaginação e não basear toda uma vida de micro satisfações pessoais e realizações nela.

Desculpa chutar assim, sem nem me apresentar, seu castelinho de areia. A gente não pode ser a nova Gisele Bundchen, já existe uma nesse mundo. Não dá pra treinar duro e mentalizar positivo pra alcançar o Neymar – talvez ele mesmo quisesse é ser o Pelé, nunca saberemos. E mesmo que você malhe e vire uma obcecada da batata doce, treinando por 24 horas na academia, desculpa. Você nasceu com o corpinho mignon. Não vai ser Panicat, nem garota do Faustão. E não há mal nenhum nisso.

Encontre mais felicidade onde já se tem.

Que o que vier a mais, nesse cenário, é lucro.

Pensei umas 56 vezes se escreveria ou não esse post, mas queria muito participar de mais essa blogagem coletiva – que mal comecei a ler nos blogs alheios, mas já curto pacas – e nesse intervalo antes do Blogday, acabei colocando a cacholinha pra funfar e registrar algumas poucas palavras por aqui.

O tema brotou lá no Rotaroots como uma sugestão da Babee, e, verdade seja dita, meu blog não tem exatamente uma super gama de temas explorados, né? Falo basicamente sobre gente, sentimentos, causos e desabafos – principalmente os de amor – e então ficou meio difícil citar sobre o que mais gosto de escrever por aqui, porque, sejamos honestos: escrevo APENAS sobre o que gosto por aqui. RISOS.

ENFIM, gosto muito de moda, beleza, gastronomia e decoração – que é basicamente o que eu busco na internet pra passar o meu tempo livre com mais qualidade, mas não acho que tenha assim, PROPRIEDADE pra falar sobre isso aqui no Hiper, sabe? Nunca consegui escrever sobre esses temas dentro do blog. Veja, tenho um projeto de começar a gravar vídeos que nunca sai do papel por motivos de ter voz de travesti e falar com a boca torta e digo mais: sei que também não sou ninguém na buatchê pra falar sobre relacionamentos e dramas existenciais, mas ok. Quando criamos um blog pessoal temos justamente essa ausência de julgamento, essa coisa de poder falar sobre o que quiser, e, consequentemente, atrair quem quiser ler as papagaiadas que ponho aqui também, assim, simplão, sem neurose.

Se você está doando nesse momento alguns minutinhos do seu tempo vindo até aqui hoje, ou se já é leitor assíduo e me acompanha por todos esses anos de Hipervitaminose e você tcherêrê tchê tchê tchê, que delícia! Sinal que dá pra continuar sonhando, desabafando, dá pra continuar fazendo algumas poucas e pequenas coisas por prazer. E só.

Tente você também! (e coloca o link do seu blog aqui nos comentários pra eu ler, tá?)

Um beijo e um queijo,

Ericka.

Friday August 22, 2014 14:52

sobre as cartas – e suas vantagens.

Ninguém perguntou minha opinião, mas fod**-se, esse é meu blog e eu posso falar o que eu quiser (e você aí também).

Adoro escrever cartas. Carta mesmo, do próprio punho, saída de dentro da minha cabeça pra ponta da caneta BIC. Ou bilhetes, mini notas, qualquer coisa que esteja mais próxima da vida real que um e-mail. Que um comentário no feice. Que 150 caracteres de piadinha pronta no twipster.

Vocês também deveriam escrever mais pra quem importa.

Acho que as cartas te dão tempo para refletir sobre seus pensamentos, sobre o que sentimos. Se você escreve e posta, CATAPLOFT, já tá lá, feito, registrado, talvez não exatamente como deveria, como você queria. Quando você escreve no método analógico, old school, não. Você erra. Você passa a mão em cima da tinta fresca e caga todo o papel. Daí tem que fazer tudo de novo e vai mudando o que não estava tão bom. Você marca a folha com lágrima, com chocolate, você senta em cima da carta na cama e amassa todo o papel. Engordura a bordinha com manteiga e geléia. Na carta você pode espirrar perfume, pode escrever com mão de cândida porque estava dando um trato no quintal. Cartas são guardáveis, palpáveis, sólidas, armazenáveis.

Carta você pode rasgar quando tiver raiva, pode tentar colar de novo; nada no papel se perde pra sempre, de uma vez só.

Quando se escreve uma carta se dedica um tempo de vida, uma fração do que se é para o outro. Cartas são demonstrações de amor, gente. São memórias que às vezes nos traem quando nem nos reconhecemos ao ler àquilo tudo.

Na dúvida, escreva.

No mínimo, vai aliviar o que se sente.

 

Wednesday August 20, 2014 13:44

honestidade extrapolada.

Querida,

Gostaria de dizer que sinto muito a sua falta e sei que muitas outras pessoas – que te conheceram verdadeiramente – também sentem. Entretanto, precisava te falar algumas coisas que, tenho certeza, ninguém jamais terá coragem de dizer.  Sabemos que você é geniosa, cheia de orgulho e difícil de lidar. Sabemos que você é frágil mesmo se fazendo de forte. E sim, você vai berrar. Você vai retrucar. Você vai se vitimizar ainda mais e se sentir a mais injustiçada dos seres humanos viventes, mas gostaria que você tivesse a certeza, a mais plena de todas, que só dizemos certas coisas na cara de quem a gente ama de verdade. Porque quem não tem a menor importância a gente quer mais é que se f**a no lodo e fique por lá. Triste, mas real. Cruel, mas completamente válido. E é bem nesse clima que quero que você encare essa carta: de peito aberto e olhos e ouvidos bem atentos. Porque preciso que você comece a pensar diferente.

Felicidade não pode ser mensurada em feitos. Você não encontrará a alegria verdadeira em um salário no final do mês, você não encontrará o puro contentamento no reconhecimento profissional e, não, você não encontrará a tal felicidade nem em uma super viagem internacional cheia de compras bacanas e boas fotos pro Instagram. Felicidade é algo que está dentro de você, que depende única e exclusivamente da forma como você encara as coisas (boas e más) que se apresentam – e não da forma que elas, de fato, são (ou que você enxerga que elas sejam). Não é o mundo que conspira contra você, você não é tão importante assim para culpá-lo por tudo o que acontece de errado. É você quem traz, quem faz, quem acontece, quem permite, quem aceita e quem desfaz todas as coisas que te acometem – ou opta por deixá-las do jeitinho que se apresentam. Todas mesmo. Mesmo quando falamos de fatalidades.

Acontece com você, com o seu chefe, com a dona do mini mercado na esquina, com o caixa da padoca e até com o Abílio Diniz e com o Brad Pitt – todo mundo tem dias de merda até mesmo em vidas que não parecem de merda como você diz que a sua é.

Outra coisa importante é que quanto mais nos sentimos bem, desejamos e fazemos o bem e pensamos positivamente, mais coisas boas a gente atrai, como num ciclo. É cafona, é clichê, é auto ajuda barata, mas é verdade, pode reparar. E o contrário também se aplica. Ninguém gosta de saborear as amarguras alheias, ninguém gosta de tomar patada o tempo todo ou de ser mais um vilão que o destino colocou na vida pra ~ maltratar~ – quando você só reclama e maldiz é isso que quem está ao seu redor enxerga: uma grande nuvem cinza de coisa ruim prestes a chover na cabeça de quem quiser opinar.

A vida não dá errado porque você é gorda, feia, chata ou incompetente e você não é nada disso. Seus problemas familiares não precisam necessariamente ter a ver com seus relacionamentos mal sucedidos do passado (ou futuro), nem com a sua carreira indo por água abaixo; você precisa, urgentemente, trabalhar isso em você e parar de acreditar que tem sorte para o azar. As coisas não acontecem em um combo de merda pra que você chegue no fundo do poço, apenas levante-se, se limpe com um lencinho umedecido e saia de lá. Pegue uma escada, escale as paredes, peça pra te jogarem uma corda, mas sacuda a poeira do buraco e lute. Porque é pra isso que a gente acorda todos os dias; pra mais uma chance.

Destino não existe. A gente é quem faz das coisas ruins e boas pontes para outras situações, que também podem ser boas ou ruins, não sei, mas permita-se o acaso. Isso basta para se ter esperança.

Deixe que as pessoas se aproximem. Deixe que te ajudem. Aceite elogios, aceite que, é sim, boa em muitas coisas, acredite nisso e haja em coerência dessa fé em si mesma. Se você já começar a lutar derrotada, vai perder mais um braço. E as pernas. E a cabeça. Até ficar sem nada além do coração – cheio de dor e sozinho porque você mesma quis que assim fosse.

Desculpe-me se as palavras foram duras, mas foram honestas. E por favor, bola pra frente.

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Ericka, prazer!

Por que Hipervitaminose?

Cansado do papo furado e irreal sobre relacionamentos? De ficar sonhando com o príncipe (ou a princesa) encantado, lamentando sua solteirice pelos quatro cantos do planeta? Cansado de não entender o que faz de errado? Cansado de achar que é o ÚNICO no mundo a ter todos esses problemas? Bem vindo ao Hipervitaminose! Um espaço com crônicas sobre a vida, depoimentos, histórias e análises sinceras - minhas e alheias - de quem já está cansado (e diabético) de tanto blá-blá-blá relacionamental sem eficiência. Fique à vontade!

Participe!!

Pode indicar, viu?