Wednesday September 17, 2014 13:06

Meme Rotaroots – 7 músicas para cantar no videokê

Olá, jovens leitores desse meu país! Tudo bem?

Setembro chegou e com ele um temporal de amor em forma de sugestões de postagens lá no meu, no seu, no nosso, ROTAROOTS! \o/

Já falei sobre o Rota por aqui algumas vezes, mas se você entrou de gaiato nesse navio é tá mais perdido que cachorro vira lata, é só clicar aqui (pra entender do que se trata) ou ler até o final desse post porque eu sempre, SEMPRE, coloco resumidamente qual o propósito dessa gente linda e maravilhosa que só encontramos por lá.

O meme escolhido da vez foi: 7 músicas para cantar no videokê. Eu AMO videokê, amo cantar, não sei cantar, mas quando estou lá, na frente do público, canto muito, cês tem que ver.

Mas se você, diferente de mim, é um cara tímido e recatado, listarei, então, as 7 melhores músicas para se cantar quando ninguém está vendo (no chuveiro, no carro, ou mentalmente na fila do banco) e se libertar das amarras dessa sociedade tão cheia de mi mi mi.

Segue (com vídeos):

1 – Total Eclipse of the heart



Quem nunca cantou “TUUUURNNNN AROUNNNDDD… EVERY-NIGHT-ANDTHEN-IFDHHSVHVNCJBBJBSJSKDFJB-FALT APART…” – GRITANDO – não sabe o que é se jogar na vida. Tente. É purificante. É recompensador.

2 – Bambolê – É o Tchan


Essa música é um teste de fôlego e dicção. Sugiro que seja sempre cantada em dueto pra na hora que faltar o ar do Seu coleguinha você tenha condições de continuar, firme e forte. O show não pode parar.

3 – A Lenda – Sandy e Junior


TODAS do Sandy e Junior são PRIMORDIAIS –  em qualquer videokê de péssima qualidade que se preze. Na vida real, obviamente, não dá pra ser diferente. O refrão dessa música é poderoso, é impactante, é força, energia, é pura explosão de sentimento. Dispa-se de preconceitos e libere a Sandy que está aí, dentro de você, agoniada pra se expor.

4 – Conquista – Claudinho e Buchecha


Uma baladinha dançante que permite coreografias esdrúxulas e não deixa ninguém – muito menos quem está cantando – parado. É a alma da festa, o curry de qualquer evento. Todos aguardam o momento em que alguém perde completamente o bom senso e começa a cantar podreira. Porque, né? Até aqui, só música de qualidade. HE HE.

5 – “Fazer amor de madrugada… Em cima da cama, embaixo da escada” (Pintura Íntima) – Kid Abelha


Um clássico dos anos 80-90, um hit que já está enraizado em nossos corações tal como a piada do pavê. Todo mundo conhece, todo mundo já teve que encarar uns 5 minutos de puro constrangimento frente a frente de algum membro da família – geralmente bem desafinado – cantando essa música ao vivão, pra ninguém botar defeito.  MUST HAVE.

6 – I Will Always Love You – Whitey Houston


Essa é pra quem tem bala na agulha, pra que aguenta o tranco. Essa é pra profissionais, sem medo de soltar o gogó ou fazer feio, bem feio, na hora do refrão. Essa música me lembra infância, me lembra minha vizinha Thais e nossas tardes de sábado e domingo sem absolutamente nada pra fazer. Apenas campeões se arriscam a cantar em qualquer espaço que seja essa belíssima canção, e digo desde já: é libertadora. É maravilhosa. É puro amor.

7 –  Uma Brasileira – Os Paralamas do Sucesso



Taí uma música que a gente conhece, cansou de ouvir, mas ~PUFT~, ela SOME. E volta em forma de canção chiclete nas nossas mentes quando estamos no trabalho, massacrando em nossos corações quando a gente menos espera. Lembrou dela agora? Canta no próximo videokê pra ela desgrudar, menina! JURO que funciona! =D

Beijos e até a próxima,

Ericka.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

 

 

E finalmente chegou o tão esperado BLOGDAY 2014, um momento para entrosar, divulgar e conhecer diversos blogueiros e blogueiras diferentes, e, claro, espalhar muito amor  para quem está aí, fazendo um super trabalho bacana pela internet sem ser devidamente reconhecido – ou conhecido, vale ressaltar! =)

Não faz ideia do que eu estou falando? Podexá que eu explico agora mesmo! Hoje, 31 de agosto, é comemorado o Dia Internacional do Blog. De acordo com o Wikipédia, a data foi escolhida por conta dos números 31/08, que se assemelham a palavra blog em si, embora eu ache meio nada a ver essa justificativa. Na tradição do Blog Day, blogueiros de todo o mundo publicam em seus diários virtuais uma mensagem para os leitores com indicação de páginas que consideram interessantes. Desta forma, os leitores poderão conhecer outros autores, expandindo seu feed e falando um pouco mais de si por meio das postagens do outro! (porque, né? Somos, também, e principalmente, aquilo que lemos!)

Quer saber mais sobre essa iniciativa e conhecer outros blogs que também fizeram suas listas? Clique aqui, VEM COM A GENTE e faça parte dessa comunidade de gente fina, elegante e sincera que tem muito amor pra dar! <3

AGORA SEM DELONGAS, VAMOS AO QUE INTERESSA:
  • 5 blogs que não saem do meu feed

Pequenina Vanilla – Num primeiro momento, foi o layout que ganhou meu coração. “Coisa mais linda” – pensei, com umas fotos cheias de sentimento, coisa assim, de babar. Aí li uma receitinha, um texto, vi um look do dia. Me identifiquei. Gostei da humildade da Adri, de como ela se apresenta e, principalmente, de como me sinto à vontade no espaço que já nem é mais só dela; virou um pouco meu também. <3

Mulher Vitrola – Leio a Renata desde sempre e o que mais me agrada no blog dela é a simplicidade que ela fala sobre tudo, sobre a própria vida e sobre aquilo que curte – isso é raro e passa credibilidade, uma das coisas que mais me conquistam em qualquer blog. GRAZADEUS tive a chance de conhecê-la ao vivo, nessas idas e vindas que o mundo dá,  e meu amor pelo Mulher Vitrola só aumentou. É muito bom a gente seguir pessoas que são de verdade, que escrevem de verdade… Sucesso PURO! Se você em pleno século XXI ainda não conhece o trampo dela #CORRÃO. Porque além de escrever com amor ela também ILUSTRA! <3

Entre Topetes e Vinis – REVOLUCIONÁRIA, eu diria. Que gordinha gata, que puta coragem de mostrar pro mundo inteiro que com bom gosto a gente pode qualquer coisa, né? Blog de moda com originalidade, cheio de dicas úteis e muita coisa pra japonesas, negras, magras, gordas, ruivas, travestis e QUEM QUISER aproveitar! Os cabelos e a make mais bonitos de TODA a internet são da Ju Romano, mal ae. E tenho dito.

Tem no meu Quintal – Moda real, criativa e simples, sem dramas! Muita coisa comprada em brechó, muitas promoções honestíssimas de fast fashion e muito bom gosto com uma linguagem simples, descontraída e muito gostosa de ler. Parece que eu já conheço a Ju Sacramento de muitos carnavais e o blog dela é mega recente, meu povo! Pelo menos eu acho que é! (É??)  E, olha, entro TODOS os dias. Não tem jeito! Peguei amô.

Small Fashion Diary – Acho a Carol linda por dentro e por fora. Ela é minha musa inspiradora de estilo, minha deusa do mundo fashion fora da caixinha. Se veste bem, escreve bem, ilustra bem. É criativa, empreendedora e, desde que conheci o blog dela, acesso TODO O SANTO DIA e sou fã, fã mesmo. De carteirinha. Se encontrar com a Carol na rua, CATAPLOFT. Peço abraço, conto causo e finjo que sou amiga dela, assim, desde criancinha, tamanho meu carinho pela pessoa incrível (que ela me parece ser) que ela é. Juro pra vocês.

*MENÇÃO HONROSA: And the OSCAR GOES TO…Andressa, do Era1X!!!! HAUHAUUAHUAHA!! Eu sei, tô roubando. Sei que não deveria colocar um sexto elemento nessa lista, mas não incluir a Andresa aqui seria uma sacanagem sem fim. Primeiro porque curto TUDO que ela posta e segundo porque já me considero meio parte do blog dela, do Instagram e do Facebook – sim, sou obcecada, e sigo todo mundo por 450 redes.  Que ela continue postando looks fofos, nerdices e muitas coisas que eu já coloquei na minha wishlist e não deixe de gravar vídeos cheios de sotaque – que eu não sei bem de onde é!!! <3

  • 5 blogs que eu conheci no Rotaroots

Monster Box – Um blog que me surpreendeu demais – tanto pela simpatia de quem escreve como em relação a qualidade do conteúdo! O espaço tem um layout LINDO, mega bem feito e super bem escrito, olha só, POR UM MENINO!!!  Não é incrível? Estou tão acostumada a acompanhar moda, beleza e make em blogs de mocinhas que até esqueço que SIM, caros amigos, a blogosfera também é ocupada por blogs de entretenimento e cultura geek que não contam com a participação de mulheres na sua equipe! Paulinho arrasa e foi uma grata surpresa conhecê-lo pelo Rotaroots! =)

Juliana Rabelo – Quando vi as coisa que a Ju pintava em aquarela, tive certeza que iria gostar dela, simples assim. E assim foi, dito e feito. Comentários pra lá, incentivos pra cá, já é impossível não dar uma passadinha na página dela pra ver essa ou aquela ilustração e sonhar – quem sabe um dia? – com o momento em que vou encomendar uma arte bem bonita aqui pro Hiper! =)

Mariana Cruz – Tenho um fraco por blogueiras cariocas, é fato. E não sei explicar por que, acho que tem a ver com o modo leve como o povo de lá leva a vida, sabe? Vai entender! HUAHAUHAUHUAHAUH! Fora o fato da Mari ser do Riodjãnero, me identifico com as coisas que ela escreve, acho que tudo é feito com doçura, cuidado e ela consegue se expor sem se tornar uma subcelebridade internética, sabe? Principalmente quando fala sobre maternidade, vida pessoal, acho tudo muito bem feitinho! Mari, tenho quase certeza que você não sabe disso, mas adoro o seu blog! E me sinto um pouquinho mais sua amiga toda a vez que passo por lá! <3

Sai da minha lente! – O blog da Clayci me parece feito com muito amor. É bastante pessoal e informativo, fala sobre séries, games, nerdices, cultura, livros… Tem de tudo um pouco, bem ilustradinho, com carinha de blog de raiz mesmo, estilo diário virtual, um espaço que me fez voltar no tempo e lembrar do quanto é bom escrever e ler sobre essas simplicidades da vida que a gente acaba deixando pra lá. Gostei de tê-lo conhecido nesses últimos tempos!

SubexplicadoAMO fotos. Amo mesmo. Uma pena que eu ainda não tenha tido grana pra investir em uma bela câmera pra sair por aí, registrando tudo o que me apetece! Mas tenho um pouco de preguiça dessa coisa Pinterest, cheia de filtros, que tem invadido nossas vidas, nossos computadores e dominado a internet, sabe? Acho todo esse recorte de realidade muito lindo, ok, mas gosto mais do que é real. E a Camila registra a vida real. Com imagens de lugares que ela visita e coisas que gosta, ela tem um jeito bastante próprio de tornar as coisas bonitas, com poucas e boas edições – se rolarem mesmo tais edições – e ainda com referências de decor e outras cositas que muito me ganham. Portanto, esse último posto dos blogs ++ do Rotaroots vai pra ela!

  • 5 blogs para sair da rotina

Chiveta – Um blog para rir, se divertir e descontrair dessa barra que é viver em um mundo onde as pessoas se prendem tanto a esteriótipos e não se jogam nessa vida mostrando quem realmente são. Ler o que o Ricardo escreve  é libertador. Um cara escrachado, hypster, gente da gente versão moderna e conceitual. Confesso que não entendo 1/5 das referências musicais que ele cita, mas não importa, me divirto mesmo assim com tanta autenticidade. HAUHUAUAHUAUHA! Não entendeu nada? Entra lá no blog dele e espia como ele escreve. Vai melhorar o seu dia.

Bonitinha, mas ordinária – Essa minha afirmação pode parecer estranha, mas se eu fosse chegada em mulher, xavecaria a Marcella, sem dúvida alguma. Essa não tem papas na língua. Se diverte com a própria realidade e a descreve como ninguém. É moderna, independente, é da leva de blogs que me fazem rir – de mim, do mundo e das coisas que acontece por aí. Leitura obrigatória caso você nunca tenha ouvido falar nela – e caso o seu dia, meu bem, esteja uma merda.

1001 pessoas que conheci antes do fim do mundo – Um blog cheio de narrativas engraçadas e experiências malucas que fazem cada personagem ser tão especial – e peculiar – que você não consegue parar de ler e se identificar um pouquinho com os textos! Para escrever bem é preciso LER MUITO. Então, pode reparar, os blogs dessa última seção serão, quase todos, de crônicas e histórias! =)

Cativeiro Imaginário – A Patricia Corso escreve DEMAIS (principalmente sobre o cotidiano, maternidade e vida a dois). Acho que encontrei o blog dela quando fazia uma pesquisa sobre a Adriana Falcão (mãe da Clarisse Falcão) que também tem um jeito só dela de fazer roteiros e narrativas fantasiosas. Caso você não faça ideia sobre nenhuma dessas pessoa que eu mencionei, pesquise JÁ. Tanto a Patricia quanto a Adriana têm um talento absurdo e são profissas, com P maiúsculo. Todo o escritor de boteco que se preze, como eu, tem que mergulhar nessas leituras – e tentar absorver pelo menos 1/8 de como se fazem textos de devorar! – na minha humilde opinião, né?

A fabulosa casa turquesa e dourada – Descobri, depois de um dia lendo over and over todos os textos publicados, que esse blog não é de uma pessoa só; foi criado por 5 amigas que decidiram expor suas ideias, conversas, causos e opiniões – todas ótimas, por sinal. Muitas risadas depois, quem ganhou mesmo, mesmo, mesmo, o meu coração foi a Júlia Guedes! O modo que ela descreve tudo o que acontece na vida dela (e o modo que ela pensa) é muito escrachado, divertido, leve… Você simplesmente não consegue parar de ler! Não sei que cara a Julia tem, mas não importa: o cachorrinho (ela me contou que é um gato!!! MIL DESCULPAS!!) que ela colocou pra ilustrar o perfil, taí, estampado como referência do blog. Não deixem de conhecer!

Um beijo,

Ericka.

Friday August 29, 2014 17:11

quando descobrimos que querer não é poder.

Estudos comprovam que 96,5% das publicações textuais realizadas em blogs com o mesmo perfil do meu  te  incentivam a sonhar bem alto –  e sempre, sempre, sempre, colocar o máximo de amor em tudo o que se faz. Acho que a maior mentira – covarde – que te contam sobre a vida é que você pode tudo desde que comece já. Desde que tenha força, fé e foco. Desde que faça com o coração.

Reflita bem, respire fundo e raciocine. Pode ser que até seja esse o caminho. Pode ser que algumas pessoas precisem mesmo dessa dose de fé em si mesmas para começar e ir adiante, mas, nem sempre funciona assim.

É bom ter em mente, bem lá no íntimo, que não é só coração, fé e foco que fazem que as coisas funcionem – ao menos não da maneira que a gente espera que elas sejam.

Me chamem de realista incrédula. Me chamem de agouradora do sonho alheio. Mas olha, é só um ponto de vista diferente dos demais. É só pra fazer pensar.

Acho, aliás, que essa inverdade é uma das coisas que mais gera adultos depressivos e infelizes; esse sentimento de que estamos próximos e distantes, ao mesmo tempo, de todas as nossas maiores realizações (e que nosso sucesso e satisfação depende única e exclusivamente de nós). Que maravilhoso se assim fosse. Quantos negócios não dariam certo? Quantos não seriam os livros publicados? Quantas famílias felizes e plenamente satisfeitas não se formariam?

E os muitos acasos que nos acometem? E os diferentes universos que nos cercam e formam nossas realidades particulares? E a nossa sorte, estrela, e Deus, eu pergunto? Nada disso conta?

Eu mesma respondo que conta sim. Conta bastante. E faz parte do pacote todo. Não se sinta um perdedor(ora) se ainda não chegou lá. Se, mesmo working very hard, não deu certo ainda. Uma hora, dá.

Você pode muitas coisas, geralmente muito mais do que você imagina, inclusive. Deve e precisa batalhar por outras tantas, sempre, mas não é só trabalho duro e zero mi mi mi que faz com que você seja famosa, rica, linda, magra ou qualquer coisa que você desejar ser. Não sei afirmar exatamente o que é.

O trabalho duro vai te garantir sucesso e satisfação de alguma maneira, mas não exatamente da forma como você acredita que as coisas serão. A visualização de uma vida que não é a que se tem pode deixar qualquer ser humano batalhador e super dedicado se sentindo o mais fracassado dos mortais, mesmo estando longe disso.

Não chegar onde se almeja não significa que você falhou. Significa que talvez você esteja vendo de forma distorcida onde quer chegar. Ou que ainda não fez as coisas certas. Estou sendo clara na argumentação?

A felicidade e a satisfação pessoal podem vir de muitas forma pra gente – tantas, que às vezes temos de tudo, muito, e continuamos correndo atrás do que o outro tem e a gente também “merece” ter. Do que o outro é e a gente “precisa ser também”, porque, né, pessoal? Somos humanos. Comparar o nosso sucesso com o dos outros é natural. Uma pena que não vivamos as vida alheias, nem suas partes boas, nem suas partes ruins. Pensando melhor, ainda bem.

Acredito que a comparação, em pequenas doses, faz parte de um desenvolvimento psicológico e pessoal saudável. Nos estimula, norteia, nos dá ídolos para admirar. Mas é preciso parar com essa crença de que podemos tudo, tudo mesmo. Tudo é muita coisa. E se não chegarmos nunca aos nossos ideias, como fica? Sinal de que foi tudo culpa nossa? Que não batalhamos o suficiente? Que não temos talento, força ou garra? Como lidar, então, com essa decepção que nos acomete diante da possibilidade de sim, PODE-SE TER O MUNDO, basta querer? Vim aqui, então, para dizer o que ninguém acha bonito, ou poético: não, às vezes a gente não pode. Às vezes não dá. Às vezes vem a doença, o cansaço, os filhos, a grana que se precisa ganhar com a rotina – e os nossos super sonhos não se encaixam nesse balanço.

Temos que dar asas à imaginação e não basear toda uma vida de micro satisfações pessoais e realizações nela.

Desculpa chutar assim, sem nem me apresentar, seu castelinho de areia. A gente não pode ser a nova Gisele Bundchen, já existe uma nesse mundo. Não dá pra treinar duro e mentalizar positivo pra alcançar o Neymar – talvez ele mesmo quisesse é ser o Pelé, nunca saberemos. E mesmo que você malhe e vire uma obcecada da batata doce, treinando por 24 horas na academia, desculpa. Você nasceu com o corpinho mignon. Não vai ser Panicat, nem garota do Faustão. E não há mal nenhum nisso.

Encontre mais felicidade onde já se tem.

Que o que vier a mais, nesse cenário, é lucro.

Pensei umas 56 vezes se escreveria ou não esse post, mas queria muito participar de mais essa blogagem coletiva – que mal comecei a ler nos blogs alheios, mas já curto pacas – e nesse intervalo antes do Blogday, acabei colocando a cacholinha pra funfar e registrar algumas poucas palavras por aqui.

O tema brotou lá no Rotaroots como uma sugestão da Babee, e, verdade seja dita, meu blog não tem exatamente uma super gama de temas explorados, né? Falo basicamente sobre gente, sentimentos, causos e desabafos – principalmente os de amor – e então ficou meio difícil citar sobre o que mais gosto de escrever por aqui, porque, sejamos honestos: escrevo APENAS sobre o que gosto por aqui. RISOS.

ENFIM, gosto muito de moda, beleza, gastronomia e decoração – que é basicamente o que eu busco na internet pra passar o meu tempo livre com mais qualidade, mas não acho que tenha assim, PROPRIEDADE pra falar sobre isso aqui no Hiper, sabe? Nunca consegui escrever sobre esses temas dentro do blog. Veja, tenho um projeto de começar a gravar vídeos que nunca sai do papel por motivos de ter voz de travesti e falar com a boca torta e digo mais: sei que também não sou ninguém na buatchê pra falar sobre relacionamentos e dramas existenciais, mas ok. Quando criamos um blog pessoal temos justamente essa ausência de julgamento, essa coisa de poder falar sobre o que quiser, e, consequentemente, atrair quem quiser ler as papagaiadas que ponho aqui também, assim, simplão, sem neurose.

Se você está doando nesse momento alguns minutinhos do seu tempo vindo até aqui hoje, ou se já é leitor assíduo e me acompanha por todos esses anos de Hipervitaminose e você tcherêrê tchê tchê tchê, que delícia! Sinal que dá pra continuar sonhando, desabafando, dá pra continuar fazendo algumas poucas e pequenas coisas por prazer. E só.

Tente você também! (e coloca o link do seu blog aqui nos comentários pra eu ler, tá?)

Um beijo e um queijo,

Ericka.

Friday August 22, 2014 14:52

sobre as cartas – e suas vantagens.

Ninguém perguntou minha opinião, mas fod**-se, esse é meu blog e eu posso falar o que eu quiser (e você aí também).

Adoro escrever cartas. Carta mesmo, do próprio punho, saída de dentro da minha cabeça pra ponta da caneta BIC. Ou bilhetes, mini notas, qualquer coisa que esteja mais próxima da vida real que um e-mail. Que um comentário no feice. Que 150 caracteres de piadinha pronta no twipster.

Vocês também deveriam escrever mais pra quem importa.

Acho que as cartas te dão tempo para refletir sobre seus pensamentos, sobre o que sentimos. Se você escreve e posta, CATAPLOFT, já tá lá, feito, registrado, talvez não exatamente como deveria, como você queria. Quando você escreve no método analógico, old school, não. Você erra. Você passa a mão em cima da tinta fresca e caga todo o papel. Daí tem que fazer tudo de novo e vai mudando o que não estava tão bom. Você marca a folha com lágrima, com chocolate, você senta em cima da carta na cama e amassa todo o papel. Engordura a bordinha com manteiga e geléia. Na carta você pode espirrar perfume, pode escrever com mão de cândida porque estava dando um trato no quintal. Cartas são guardáveis, palpáveis, sólidas, armazenáveis.

Carta você pode rasgar quando tiver raiva, pode tentar colar de novo; nada no papel se perde pra sempre, de uma vez só.

Quando se escreve uma carta se dedica um tempo de vida, uma fração do que se é para o outro. Cartas são demonstrações de amor, gente. São memórias que às vezes nos traem quando nem nos reconhecemos ao ler àquilo tudo.

Na dúvida, escreva.

No mínimo, vai aliviar o que se sente.

 

Wednesday August 20, 2014 13:44

honestidade extrapolada.

Querida,

Gostaria de dizer que sinto muito a sua falta e sei que muitas outras pessoas – que te conheceram verdadeiramente – também sentem. Entretanto, precisava te falar algumas coisas que, tenho certeza, ninguém jamais terá coragem de dizer.  Sabemos que você é geniosa, cheia de orgulho e difícil de lidar. Sabemos que você é frágil mesmo se fazendo de forte. E sim, você vai berrar. Você vai retrucar. Você vai se vitimizar ainda mais e se sentir a mais injustiçada dos seres humanos viventes, mas gostaria que você tivesse a certeza, a mais plena de todas, que só dizemos certas coisas na cara de quem a gente ama de verdade. Porque quem não tem a menor importância a gente quer mais é que se f**a no lodo e fique por lá. Triste, mas real. Cruel, mas completamente válido. E é bem nesse clima que quero que você encare essa carta: de peito aberto e olhos e ouvidos bem atentos. Porque preciso que você comece a pensar diferente.

Felicidade não pode ser mensurada em feitos. Você não encontrará a alegria verdadeira em um salário no final do mês, você não encontrará o puro contentamento no reconhecimento profissional e, não, você não encontrará a tal felicidade nem em uma super viagem internacional cheia de compras bacanas e boas fotos pro Instagram. Felicidade é algo que está dentro de você, que depende única e exclusivamente da forma como você encara as coisas (boas e más) que se apresentam – e não da forma que elas, de fato, são (ou que você enxerga que elas sejam). Não é o mundo que conspira contra você, você não é tão importante assim para culpá-lo por tudo o que acontece de errado. É você quem traz, quem faz, quem acontece, quem permite, quem aceita e quem desfaz todas as coisas que te acometem – ou opta por deixá-las do jeitinho que se apresentam. Todas mesmo. Mesmo quando falamos de fatalidades.

Acontece com você, com o seu chefe, com a dona do mini mercado na esquina, com o caixa da padoca e até com o Abílio Diniz e com o Brad Pitt – todo mundo tem dias de merda até mesmo em vidas que não parecem de merda como você diz que a sua é.

Outra coisa importante é que quanto mais nos sentimos bem, desejamos e fazemos o bem e pensamos positivamente, mais coisas boas a gente atrai, como num ciclo. É cafona, é clichê, é auto ajuda barata, mas é verdade, pode reparar. E o contrário também se aplica. Ninguém gosta de saborear as amarguras alheias, ninguém gosta de tomar patada o tempo todo ou de ser mais um vilão que o destino colocou na vida pra ~ maltratar~ – quando você só reclama e maldiz é isso que quem está ao seu redor enxerga: uma grande nuvem cinza de coisa ruim prestes a chover na cabeça de quem quiser opinar.

A vida não dá errado porque você é gorda, feia, chata ou incompetente e você não é nada disso. Seus problemas familiares não precisam necessariamente ter a ver com seus relacionamentos mal sucedidos do passado (ou futuro), nem com a sua carreira indo por água abaixo; você precisa, urgentemente, trabalhar isso em você e parar de acreditar que tem sorte para o azar. As coisas não acontecem em um combo de merda pra que você chegue no fundo do poço, apenas levante-se, se limpe com um lencinho umedecido e saia de lá. Pegue uma escada, escale as paredes, peça pra te jogarem uma corda, mas sacuda a poeira do buraco e lute. Porque é pra isso que a gente acorda todos os dias; pra mais uma chance.

Destino não existe. A gente é quem faz das coisas ruins e boas pontes para outras situações, que também podem ser boas ou ruins, não sei, mas permita-se o acaso. Isso basta para se ter esperança.

Deixe que as pessoas se aproximem. Deixe que te ajudem. Aceite elogios, aceite que, é sim, boa em muitas coisas, acredite nisso e haja em coerência dessa fé em si mesma. Se você já começar a lutar derrotada, vai perder mais um braço. E as pernas. E a cabeça. Até ficar sem nada além do coração – cheio de dor e sozinho porque você mesma quis que assim fosse.

Desculpe-me se as palavras foram duras, mas foram honestas. E por favor, bola pra frente.

Monday August 18, 2014 15:10

O Pão Nosso de Cada Dia*

Ser adulto é muito chato. Mais chato que ligar pra call center de domingo, pior que picada de inseto embaixo do dedinho do pé. Essa coisa de ter responsabilidade e conta pra pagar era tão mais nobre na teoria, quando a roupa não acumulava na área de serviço e não tinha nenhuma louça suja na pia… Ou quando dormíamos de 12 à 14 horas e ainda tínhamos a indecência de reclamar de sono.

A cada geração sinto que os jovens estão menos preparados para ser adultos, talvez porque viver para o futuro é algo que aprendemos a lidar eu ambiente ideal, no conforto da casa dos nossos pais. Nessa época, nossa maior preocupação é passar no vestibular, conquistar o paquera ou comprar uma calça jeans. Ninguém disse que ia ser tão difícil e cansativo trabalhar e estudar, e nada foi falado sobre perder os finais de semana tentando resolver o resto da vida pessoal.

Aliás, que vida pessoal, não é mesmo? Recorde quantas festas você ia lá pelos seus 15 anos e compare com a sua realidade hoje. Quantos não foram os vestidos, penteados, sandálias e maquiagens que você investiu achando que aqueles eventos eram o que havia de mais importante na vida? Tenho certeza que você sente vergonha de pelo menos 20% dos modelitos da época.

Pra quem é adolescente tudo é muito mais intenso. Não ir à festa é como morrer, brigar com os pais é suficiente pra fugir de casa e todo o relacionamento, sem exceção, é pra casar. Quando a gente tem 13 anos acha que é capaz de tudo, de virar engraxate ou de vender queijadinha no sinal, sem ter a menor noção do quanto custam de fato as coisas – e não só monetariamente falando. Quantas horas de estudo, de dedicação e de sorte serão necessárias para conquistar aquilo que deseja, para ser independente, livre e como cada ação influencia no nosso destino. E quem diria que esse tal de destino existia mesmo, hein? Aos 13 você achava que tudo depende única e exclusivamente das suas ações. Hoje, já percebeu que nem tudo, nem sempre, depende única e exclusivamente do nosso querer.

Sinto falta desse tempo em que tudo era mais leve, mas acho que não queria voltar atrás. Quanto maior o desafio, maior também são as alegrias. Não é?

Que seja, por favor.

* Nos idos de 2012, escrevia para um ilustre e delicioso blog chamado “Dona do Meu Nariz” – que, infelizmente, acabou acabando por falta de tempo das envolvidas. Resolvi republicar alguns textos escritos lá por aqui, afinal, recordar é preciso. =)

Friday August 15, 2014 10:39

as desamarrações do amor.

Confesso que tenho uma imensa curiosidade em saber como funciona esse lance de trazer o amor de volta em sete dias (ou em três horas). Deve mesmo existir por aí um sem número de pessoas que, na hora do desespero, apela até pros deuses celtas, pros búzios e pro tarô, mergulha o Santo Antônio no leite morno, toma xixi, faz banho de arruda e dá início à reza mais forte que conseguir encontrar.

Uma pena que em vão.

Pode me chamar de cética, de descrente. Pode me chamar de mulher de pequena fé, mas além da morte e da vida, o amor é uma das coisas que menos temos o poder de controlar. Se perdemos tempo, se pisamos na bola, se negligenciarmos as coisas – ou fizermos tudo como manda o figurino – ainda assim, estamos sujeitos ao acaso. Ao acaso das desamarrações do amor.

Maior que o medo de perder um grande amor, sinceramente, é o de tentar prendê-lo a qualquer custo. Alguns nós, às vezes, são tão apertados que machucam. Melhor deixar a coisa desatar, se assim tiver que ser, que insistir pra que ela permaneça ali, sem opções de ir embora.

Sei também que é fácil falar assim, quando se está na zona de conforto. Não perdi meu grande amor, muito pelo contrário, ele está bem aqui, dentro do peito, quentinho, do outro lado da cama, onde deve mesmo estar. Quem sou eu, então, pra julgar àqueles que já não quiseram profundamente que as coisas voltassem a ter o sabor do começo, não é mesmo? Pensando no âmbito psicológico da coisa, creio que o esforço para retomar aquilo que um dia tivemos é uma das partes cruciais do desapego.

Sim, somos mesmo contraditórios pra dedéu.

Dos superpoderes que gostaria de ter, não queria, afinal, esse de amarrar os sentimentos alheios. Talvez o de voltar no tempo, talvez o de ser invisível, talvez o de apagar algumas memórias ruins – não sei, esses me parecem bons. E você, amante desesperado, apelão de mandingas, deveria começar a pensar assim.

Só se insiste nessa coisa de querer a todo custo o que já há muito se perdeu quem não consegue se moldar e conviver com o que muda, com o que vai e pode ser ainda melhor.

E estar vivo, meus jovens leitores, é mudar todos os dias. Mesmo que no começo (e talvez no meio), doa.

Desamarrar é mesmo difícil, mas depois alivia.

E COMO VOCÊS ESTÃO? Firmes e fortes que nem prego na areia? Mais tensos que gelatina no deserto? (RISOS)

Já estavam com saudades das blogagens coletivas do Rota? Eu também! <3

Fiquei em falta no mês passado, por motivos de não faço ideia, e acabei descumprindo a minha promessa de escrever junto com as pessoas mais cheirosas e extravagantemente lindas desse país. BUÁ.

Mas, ok, bola pra frente pra não ser atropelada pela multidão, e vamo que vamo lerê.

Sou uma pessoa bem anormal, todo mundo já sabe, do tipo que sempre se pega pensando no fim do mundo – ou em algum evento caótico do estilo.

Pois é.

Não sei se esse é um pensamento recorrente para outros mortais, mas a verdade é que se tenho a possibilidade de fazer uma lista sobre qualquer coisa, tô dentro! E, assim sendo, inspirado no tumblr “The Burning House”, responderei, nesse belíssimo post, a um dos memes propostos do mês: o que você salvaria se sua casa estivesse pegando fogo?


VAMOS TENTAR SER BREVES:

1 – Os meus 3 cachorros que não são meus

Desde o mês passado (ou retrasado) passei a morar com o meu namorado que tem 3 cãezinhos nada educados nos tamanhos P, M e G – todos vira-latas, coisa ryca. Se a casa estivesse pegando fogo, tentaria descer escadaria abaixo com os 3, mas só de pensar nessa situação percebo que nada mais poderia ser levado junto comigo. Os dogs ficariam TÃO FRENÉTICOS que seria praticamente IMPOSSÍVEL manter a ordem e a sanidade mental numa situação dessas. De verdade.

Se você olhar atentamente, apesar da Magali estar roubando a cena, tem 3 cachorros nessa foto - que adoram Copa. <3

2 – O combo: notebook + celular + Ipad + carregadores

A minha VIDA está nesses dispositivos, só de pensar em perder um desses eletrônicos tenho arrepios.

3 – O MÁXIMO de roupas que eu pudesse carregar

Se tem uma coisa nessa vida que eu tenho apego é por roupa. Eu amo moda A LOT e embora compre tudo do mais simples e barato que há, não vivo sem NADA que tem no meu armário. Se não desse pra salvar tudo, ao menos tentaria minimizar o prejuízo. NÉ?

4 – Minha bolsa com documentos, cartões, etc…

Porque só de pensar em refazer TODOS os registros civis me dá uma fadiga i-men-sa.

5 – Os DVDs Anthology, dos Beatles.

É, já sabem, não gosto de Beatles e já falei por aqui. Mas esse foi o primeiro presente legal que eu dei pro meu namorado que AMA Beatles, então… Tem um p*ta valor emocional, além de não ser muito baratinho não, viu? Rs…

6 – Kit de higiene básico para sobrevivência na selva (ou tudo o que estiver no banheiro e for fácil de pegar)

Desodorante, lenço umedecido, hidratante, creme sem enxague, shampoo, condicionador, escova de dentes, pente… E os demais cosméticos que, de quebra, coubessem num sacolão na hora do desespero.

Acho que é só.

 

A verdade é que na hora do desespero, tenho certeza absoluta que seria vista na rua gritando, de pijama, descabelada e descalça sem absolutamente NENHUM item na mão, mas cercada por cachorros alucinados. Sou desse tipinho.

Certeza.

 

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Tuesday August 5, 2014 09:53

Aquela vez, na festinha…*

Cometi o erro, uma vez, de achar que tinha me apaixonado por um menino de balada. Acredito que o amor possa florescer até nos terrenos mais inférteis, não é isso. Mas aquele não era o contexto, o clima, não era a vez das coisas darem certo.

Lembro-me que vivia uma fase alucinadamente solteira depois de um longo e sucessivo período de idas e vindas de um relacionamento anterior. Estava mais simpática que o normal, mais ousada que o normal, mais empolgada que o normal e, provavelmente, mais alcoolizada que o normal. Acho que os momentos onde temos a maior capacidade de sedução são aqueles em que não estamos dando a mínima pra isso, que não estamos com foco em nada a não ser nós mesmas, na música e no “seja o que Deus quiser”.

A situação durou uns 3 meses de namorico estranho. Descobri que tínhamos muitos amigos em comum, descobri que talvez fôssemos primos, já que compartilhávamos o mesmo sobrenome, descobri também que o sujeito era meu vizinho, que nossos pais se conheciam, tudo lindo, parecia coisa do destino, só que não: tinha cara de pesadelo. Soube da vida dele inteira em uma semana, com aquela capacidade incrível que me é peculiar, falei um pouco de mim, prometi algumas coisas que não deveria e chegou num momento, o fatídico momento, em que cansei de tanta intensidade, intimidade e velocidade numa coisa que era pra ter durado uma noite. E só. E que eu  já tinha total ciência, mas que deu uma preguiça infinita de agir.

Preferi deixei rolar.

E ele era lindo. De verdade. Talvez um dos caras mais bonitos que eu tenha conhecido na vida, talvez um daqueles casos únicos em que damos sorte. E inteligente também, trabalhador. Não entendo ao certo como as coisas se dão quando falamos do coração, mas uma coisa é certa: facilidade demais é chata. Paixão veloz, efêmera.

E acima de tudo: amar exige mais que afinidade, disposição e um carinho aqui ou ali.

E nem sempre nos damos conta rapidamente disso.

* Nos idos de 2012, escrevia para um ilustre e delicioso blog chamado “Dona do Meu Nariz” – que, infelizmente, acabou acabando por falta de tempo das envolvidas. Resolvi republicar alguns textos escritos lá por aqui, afinal, recordar é preciso. =)

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Ericka, prazer!

Por que Hipervitaminose?

Cansado do papo furado e irreal sobre relacionamentos? De ficar sonhando com o príncipe (ou a princesa) encantado, lamentando sua solteirice pelos quatro cantos do planeta? Cansado de não entender o que faz de errado? Cansado de achar que é o ÚNICO no mundo a ter todos esses problemas? Bem vindo ao Hipervitaminose! Um espaço com crônicas sobre a vida, depoimentos, histórias e análises sinceras - minhas e alheias - de quem já está cansado (e diabético) de tanto blá-blá-blá relacionamental sem eficiência. Fique à vontade!

Participe!!

Pode indicar, viu?